sábado, março 14, 2015
Mudar capa do livro A Imortalidade?
'Tou a pensar mudar a capa do meu ebook "A Imortalidade" (Smashwords: http://www.smashwords.com/books/view/88166) para esta:
O que acham?
segunda-feira, março 02, 2015
Poema: 7 Anos
7 ANOS
A escravidão ao especulador
Faz do político um grande Senhor
Deus já disse ao Diabo:
“Vê se lhe guardas o melhor bocado!”
Especulado, derrubado, derrotado
Portugal não vale um alho
E é assim que o demo
Faz o seu melhor trabalho
Escravos da usura,
De uma dívida que não é nossa
(Ai que o Fisco Amossa!)
O Povo trabalha e não se revolta
(Pois é Parvo o Povo, olaré)
(E mal o nota.)
12 de Abril de 2013// 2 de Março de 2015
sábado, fevereiro 28, 2015
Sobreviventes
Nova obra de
Olinda Gil!
Livro Aqui:
http://www.coolbooks.pt/livraria/ficha/sobreviventes?id=16025105
terça-feira, fevereiro 10, 2015
VÉNUS EM TOURO
(c. 275 palavras)
Os nativos com Vénus no signo de Touro são indivíduos mais
terra a terra, mais realistas, mais preocupados com a vida concreta de todos os
dias. Para eles o amor (Vénus) tem de ser realista e prático (Touro é um signo
de terra), mas também imbuído de paixão física. Para eles os sentidos são muito
importantes: o sentido do cheiro, do sabor, do tacto. Amar é um acto físico (e
não mental, como seria, pode em parte argumentar-se, para Vénus em signos de
Ar).
Tocar, beijar, abraçar: todos estes são actos importantes
para os indivíduos cuja Vénus está colocada num signo de Terra. Além disso por
ser um signo Fixo, são também extraordinariamente muito leais e fiéis. Podem
chegar, igualmente, a ser incrivelmente ciumentos. Alguns nativos podem mesmo encarar a pessoa amada quase como um "objecto", algo, ou melhor,
alguém em quem Investiram, por isso se por algum motivo a relação chega ao fim,
não o aceitam muito bem.
Com Vénus em Touro os indivíduos privilegiam ocupações que
dêem muita estabilidade. Também preferem profissões que forneçam grande solidez
financeira e que permitam acumular grandes recursos financeiros.
Presentes preferidos por estes nativos são os de grande luxo
e também qualidade. Perfumes, por exemplo (caros, luxuosos).
E como se seduz este nativo? Pelo estômago! (E pelos
sentidos... óleos, massagens perfumadas, etc...)
Um dos grandes defeitos é exactamente a grande fixidez de carácter: têm grande dificuldade em abandonar um emprego ou negócio ou uma relação pessoal, mesmo que já não resulte, porque pensam sempre no imenso tempo (e dinheiro) investido e não gostam nada de perder "investimentos".
Há grande constância e persistência neles, sim, mas por outro lado, pouca flexibilidade.
segunda-feira, fevereiro 09, 2015
VÉNUS NO SIGNO DE CARNEIRO
(527 palavras.)
Quem tem Vénus neste signo é comummente alguém com grande
coragem no terreno do amor. Falando no geral (e não tomando em conta o mapa
natal que pode modificar esta interpretação, a pessoa pode ter Vénus em
Carneiro em conjunção - muito perto - de Saturno natal, logo esta fogosidade
inicial é "apagada" e a pessoa é mais cautelosa nas questões
românticas), falando no geral, como dizia, o nativo pode ter grande impetuosidade,
paixão, muita coragem e grande capacidade de abordar quem ama de forma directa
e honesta. Aliás, ser directo e ir logo ao ponto, não jogar jogos
manipulativos, faz parte da personalidade dos nativos com Vénus neste signo.
Apesar disso, Carneiro gosta de perseguir! Portanto, quanto mais luta
(Carneiro) der uma relação, mais o nativo se sente inclinado em perseguir. Mas
sem manipulações psicológicas ou emotivas pelo meio, mais num ambiente de
saudável flirt.
Amor divertido e saudável, amor honesto, amor que necessita
sempre de um desafio para continuar a arder - mas nunca mentir a esta pessoa.
Nunca a enganar. E, muito importante, nada de críticas! Críticas constantes,
diárias, mesquinhas, matam qualquer tipo de afeição que a pessoa com Vénus em
Carneiro possa sentir. Literalmente apaga o fogo. O Amor é para se Viver de
modo alegre! (Pelo menos é o que eles pensam e sentem).
Os nativos podem gostar de praticar desporto (Carneiro) com
a pessoa amada. Nativos que defendem a pessoa amada. Que lutam por ela.
Amor que se expressa directamente e sem constrangimentos.
Amor honesto, que não esconde ou que não se esconde. É possível que a pessoa,
por ser assim, atraia muitos admiradores (tanto faz ser homem como mulher).
O cavaleiro andante que defende a donzela em apuros! O herói!
*
Vénus também se relaciona com o dinheiro que ganhamos e com
a nossa auto-estima e, inevitavelmente, todos estes três temas acabam por estar
ligados (amor, auto-estima, dinheiro). Quem não tem grande amor por si
dificilmente atrai o amor dos outros (pode atrair pessoas negativas que dizem
amar, mas que realmente não sentem verdadeira afeição pelo outro). Além disso,
baixa auto-estima também afecta os recursos económicos que conseguimos atrair.
Vénus fala-nos de tudo isto e pela sua posição no mapa natal, além dos aspectos
que faz a outros planetas, conseguimos ver como está a vida romântica do
nativo, o seu nível de auto-estima e como consegue (ou não) atrair e chamara
para si dinheiro e recursos financeiros.
Esta Vénus em Carneiro, positivamente expressada, pode
atrair recursos económicos muito rapidamente; ou pode ter ideias rápidas e
fenomenais, fazendo dinheiro com elas com extrema rapidez (Carneiro é um signo
de Fogo e é Cardeal, o iniciador). Pode ser uma pessoa que goste muito de
trabalhar sozinho (Carneiro, ao contrário de Balança, directamente oposto, que
prefere a parceria em Tudo). Podem ser pessoas que estão sempre a iniciar novos
negócios - e provavelmente a vendê-los com idêntica rapidez. Não gostarão lá
muito de andar às ordens dos outros e se por acaso trabalharem para outras
pessoas precisam de ter, no seu emprego, grande autonomia. Odeiam esperar pelas
decisões alheias para que a sua parte do trabalho seja iniciada.
sábado, fevereiro 07, 2015
RETORNOS LUNARES PARA JOSÉ SÓCRATES
(Cada Retorno ou Revolução Lunar é activa mais ou menos para um mês.)
Pelo que entendi as revoluções lunares vão construindo, ou
revelando, novos significados, mas conectando-se sempre com a revolução lunar
anterior. Ou seja, para perceber a deste mês, há que ver a do mês passado e
assim "ler a história". São como capítulos de um livro.
A revolução lunar de 18 de Fevereiro de 2015 de José
Sócrates tem o ascendente a 4º Aquário com Mercúrio da RL (Revolução Lunar) a
3º Aquário. No mapa natal estes graus estão na casa 10, a casa da reputação e
da imagem pública. Só por aqui eu penso que é capaz de haver notícias muito
significativas para a sua imagem e para o seu caso. Este Mercúrio é regido pelo
Úrano na casa 2 da RL - uma notícia sobre dinheiro e recursos financeiros?
O sol da RL está a 29º Aquário na casa 1: uma relação
financeira, económica que acaba, que termina durante esta altura? Mas se o faz
- se termina - é mais por imposição das autoridades do que por vontade própria.
A Lua da RL está na casa 1 e em oposição a Júpiter na casa
7. Lua rege a casa 6 e Júpiter a casa 11: alteração de advogados? Mudança de
advogado? Ou mais outro que é contratado para a defesa? Pode ser que haja uma
alteração da rotina, dos hábitos diários; ou pode ser que haja alguma alteração
relativamente às amizades que o podem visitar (não sei se para mais se para
menos).
Com o Nódulo Norte deste mapa na casa 8 volto a pensar em
dinheiro, em "finanças partilhadas”, que talvez haja uma modificação aí. O
mercúrio da RL rege a casa 5 e a casa 8: talvez algo relacionado com o primogénito?
Com dinheiro (alegadamente) dado ao primogénito, partilhado, etc?
Na Revolução Lunar do mês seguinte, a de 17 de Março de
2015, o ascendente (e usei como local Évora, uma vez que é o sítio onde se
encontra) está a 7º Virgem, logo cai na casa 5 e faz uma quadratura a saturno
natal localizado na casa 7. Volto a pensar nos filhos e mais particularmente no
primogénito. (Hipotéticos) problemas com a lei do filho mais velho? O
primogénito é arrastado para este processo? Por outro lado, uma vez que Saturno
natal está na casa 7, que geralmente indica o segundo filho, pensei noutra
possibilidade: será que os filhos de José Sócrates irão estar zangados um com o
outro, ou não se entendem devido ao processo judicial do pai? Não faço ideia se
será assim, só sigo a simbologia astrológica.
Com Saturno da RL na casa 4, penso que o seu "local de
residência" actual continuará a ser o mesmo, duvido que seja liberto,
muito pelo contrário. Além do mais este Saturno do RL faz quadratura com
Neptuno e Mercúrio da RL na casa 7: novamente penso em problemas no lar, na
família, discussões, particularmente envolvendo o filho mais novo (ou o segundo
filho, penso que José Sócrates tem apenas 2, se não me engano). Estas
discussões podem decorrer do medo, da repressão, de todo o processo. Por outro
lado também pode haver outro significado: maus conselhos dos seus advogados?
O interessante é que a lua está agora na casa 6 e rege a
casa 11: novamente a ecoar um tema do mês passado. Mudança de rotina, de
hábitos, e algo relacionado com as amizades? Ou com os objectivos a longo-prazo
(estarão a pensar mudar de estratégia de defesa?).
O Nódulo Norte está na casa 2 e Vénus está no grau 0 de
touro na casa 8: um novo "recomeço" para os recursos financeiros
partilhados? (Ou alegadamente partilhados.) Ou: o dinheiro é todo apanhado
pelas autoridades (daí a "nova vida" - e pergunto-me sempre para que
servirá, de que modo estas quantias são usadas pelo Estado. A sério, gostava de
saber); OU pode ser que nem todo o (hipotético, alegado)dinheiro tenha sido
alegadamente apanhado e parte do alegado dinheiro seja alegadamente recolocado
em outras alegadas localizações (espero que isto faça sentido).
RL de 14 de Abril de 2015: ascendente em Capricórnio, com
Plutão próximo. Ascendente que cai na casa 9: notícias reveladoras e
transformadoras que chegam do estrangeiro? Nódulo Norte na casa 9 parece
confirmar o mesmo. Com o Sol na casa 3
(e uma série de outros planetas na mesma casa) parece que ele vai andar muito
preocupado e/ou ocupado com essas notícias - ou possivelmente ocupado a
escrever algo (entrevistas para meios de comunicação, ou jornais,
estrangeiros?).
Vénus da RL em Gémeos, perto da casa 5, oposta a saturno na
casa 11: continuo a pensar num dos filhos (o 1º?), talvez uma separação devido
ao processo? A vénus rege a casa 4, a do lar e da família, portanto pode ser alguém
importante da família (uma possível zanga ou separação...). Também indica menos
dinheiro ou problemas com a pessoa amada.
RL a 11 de Maio de 2015: parece-me que a sua imagem publica
e reputação poderá estar e/ou ser muito danificada por volta desta altura
(muita dor também envolvida). Continuará preso, penso. Possibilidade de muita frustração
e raiva - pode ser que perca ainda mais amizades por volta desta época.
RL de 7 de Junho de 2015: o 1º filho emigra, vai para o
estrangeiro? (Ou pode ser apenas uma simples viagem de férias).
RL de 4 de Julho de 2015: penso que pode haver muitas lutas
nos tribunais, muitas decisões revistas.
RL de 1 de Agosto de 2015 (RL): muita raiva, muitas lutas (judiciais),
mas talvez por outro motivo - talvez relacionado com o irmão ou irmãos.
Revolução Lunar de 28 de Agosto de 2015: penso que sairá a
primeira decisão judicial de grande relevância ou, se não for isso, inicia-se o
julgamento. É algo absolutamente novo e inesperado.
Revolução Lunar de 25 de Setembro de 2015: revisão da 1ª
decisão judicial? Também um mês que pode trazer mais mudanças súbitas no que se
refere à imagem publica.
Outro mês importante: Fevereiro de 2016 - algo relacionado
com o estrangeiro, a lei, os estudos superiores, até a escrita de um livro
(alguma editora que lhe poderá propor publicar um livro seu?).
7 de Março de 2016: possibilidade de muitos ataques cerrados
(dele, a quem quer que ache que não o tratou bem).
28 de Maio de 2016: possivelmente poderá receber óptimos
conselhos dos seus advogados.
14 de Setembro de 2016: decisão final do processo que enfim
chega? Não sei se haverá libertação... talvez não, porque plutão está na casa 4
e faz quadratura com a vénus na casa 1... além disso sol, Mercúrio e Nódulo
Norte estão na casa 12, literalmente a casa da "prisão, sofrimento".
Mas talvez o desfazer final das suas (hipotéticas) ilusões só
venha a 11 de Outubro de 2016, quando já não houver volta a dar e a prisão seja
irrevogável (Saturno da Revolução Lunar na casa 9 a fazer quadratura com Neptuno
e Nódulo Norte em Peixes na casa 12, além da Lua, também presente nesta mesma
casa). Há aqui, parece-me, a acção de muito bons advogados mas que, apesar de
tudo, não o conseguirão possivelmente livrar da prisão. Advogados frustrados,
com imensa raiva, mas que não poderão mudar o hipotético destino do seu
cliente.
(Pergunta: a malta que ‘tá na prisão, paga impostos? Ex: se
publicar livros ou ganhar juros com dinheiro à ordem, etc, etc... paga?)
/Dunya modo_astrológico_OUT
segunda-feira, fevereiro 02, 2015
segunda-feira, janeiro 19, 2015
domingo, janeiro 18, 2015
SATURNO/NEPTUNO: POSSÍVEIS MANIFESTAÇÕES (até ao fim de 2017)
Repressão da espiritualidade e reforço da religião, ritos, dogmas e cultos, não havendo a permissão para um fluir mais natural da espiritualidade (não contida e coarctada pela religião). Impor regras de conduta para negócios relacionados com a espiritualidade; repressão espiritual e governamental de actividades de tema esotérico; demasiadas regras e impostos que põem um fardo nos negócios de teor espiritual, esotérico e oculto. A dissolução de empreendimentos espirituais que não seguem estritas regras ou que não pagam impostos, ou que não seguem uma rigorosa disciplina fiscal e financeira. Insana (Neptuno), e repressiva (Saturno) espiritualidade (Neptuno). Mentes iludidas. Misticismo iludido, sem pé. Líderes espirituais loucos, irrealistas. Cultos espirituais que saem para a luz, sendo mais severamente controlados pelo poder e pelas autoridades (Saturno em Sagitário). Os cultos, seitas, que seguem as novas regras sobrevivem; aqueles que as negam, são dissolvidos. Saturno a testar a força interior da tua/nossa íntima espiritualidade, a força da nossa firmeza e fé. Saturno a dissolver crenças espirituais que não têm presença ou expressão na realidade vivida de todos os dias. Ateísmo e agnosticismo a crescer nas sociedades actuais. Grupos conservadores e autoritários (Saturno em Sagitário) que impõem os seus fanáticos, alucinados, delirantes, ilógicos, absurdos e sedutores pontos de vista religiosos e espirituais às grandes massas (Neptuno em Peixes).
Matar, assassinar, reprimir, vitimizar em nome de Deus e da religião.
A espiritualidade que se demarca de pontos de vista conservadores religiosos, que mina perspectivas mais ortodoxas.
Saturno que aceita outras formas de terapia e de tratamento alternativo para enfermos (desde que haja uma estrutura, e normas, a regular novos métodos terapêuticos). Saturno que começa a usar menos medicamentos para tratar dos pacientes (não só como forma de poupar dinheiro, mas também porque se começa a aceitar, no mainstream, outras formas de terapia, mais eficazes, que não passam por envenenar o corpo).
*
Juízes e novas leis, mais opressoras, que controlam a própria natureza das crenças espirituais, não permitindo nenhum tipo de incitamento à violência escudando-se os líderes espirituais na desculpa de que assim é o seu particular dogma religioso. Isso não mais será tolerado, de nenhuma forma, nos tribunais civis e na sociedade laica.
Juízes e forças de autoridade que necessitam de protecção e de se esconderem, enquanto investigam ou deliberam sobre determinadas seitas religiosas, líderes religiosos, artistas (Neptuno também os rege), e até grandes corporações dedicadas ao comércio do álcool ou corporações ilegais, escondidas e criminosas (a Máfia, em todas as suas formas e variantes). Também juízes, procuradores e polícia que têm de se esconder e proteger enquanto investigam ou deliberam sobre grandes corporações farmacêuticas.
Obrigatoriedade, imposta pelos Estados (Saturno), de estudar a nível académico (Sagitário) as novas ameaças bacteriológicas e de encontrar soluções farmacêuticas para lutar contra novas e poderosas bactérias multirresistentes aos antibióticos, que ameaçam lançar a sociedade (ocidental e não só) para o início do século vinte e semelhantes níveis de mortalidade (quando uma simples infecção matava). Punição severa a corporações farmacêuticas mundiais que, usando o dinheiro governamental dado especificamente para o desenvolvimento de novos antibióticos, o canalizam para outro género de fármacos, com maiores margens de lucro - punição que, além de severas multas, irá até ao encarceramento por longos anos. Decisão dos Governos (Saturno) de encontrarem novos antibióticos, subsidiando as entidades dispostas a conduzir este género de estudo.
Aparecimento de novas drogas, mais poderosas, com o poder de causar grande habituação e muita vitimização entre toxicodependentes. Dificuldade, ao início, para as autoridades, em perceber exactamente o que se está a passar e em compreender a natureza precisa destas drogas inovadoras; dificuldade em proibir o seu uso - mas rapidamente o farão. Novas leis e novos modos de lidar com a toxicodependência (eu diria: mais baseados na repressão, embora nem sempre).
Maior número de surtos psicóticos.
Surgimento de novas e mais rígidas regras higiénicas e sanitárias nos hospitais.
Novas doenças mentais (catalogação).
Surgimentos de novos tipos de infecção e vírus.
Novos surtos epidemiológicos e grande dificuldade em tratá-los.
Novos métodos e novas terapêuticas que surgem para lidar com doenças mentais graves (como a esquizofrenia).
Novas regras para internamento (compulsivo ou não) de doentes esquizofrénicos.
Maior vitimar de doentes mentais, maior descriminação dos mesmos; tirar-se-á recursos a estes doentes de modo a “racionalizar” custos com hospitais e Saúde.
Talvez haja o surgimento de novos medicamentos anti-psicóticos (que vão custar um balúrdio).
Novas terapias para lidar com pacientes esquizofrénicos (e outros géneros de doenças mentais).
*
Artistas prejudicados e martirizados com valores mais altos de impostos. A arte e a cultura que sofrem. Sociedade cultural menos rica e com menor diversidade por haver menos espaço para a multiplicidade e variação cultural (pequenos artistas de todo o género, esmagados por impostos incomportáveis, e só os que têm a bênção dos poderes dominantes, só os que não “incomodam”, só a esses se permite a sobrevivência na forma de “subsídios” e “bolsas”). Surgimento de uma nova cultura indie e underground, quase secreta (ou senão secreta de todo, de modo a poder sobreviver, de modo a poder existir).
*
Próximas quadraturas entre Saturno e Neptuno:
- 26 de Novembro de 2015 (7º Sagitário/Peixes);
- 18 de Junho de 2016 (12º Sagitário/Peixes): de notar que a 11 de Setembro de 2001, durante o atentado terrorista às Torres Gémeas nos EUA, Plutão em trânsito estava a 12º de Sagitário! Portanto parece-me que este dia (ou ao redor deste dia, antes e depois) tem que ser muito bem vigiado, por todas as autoridades do mundo ocidental, mas mais especialmente pelas dos Estados Unidos da América, porque pode haver o grande perigo de haver outro ataque terrorista de grande dimensão;
- 10 de Setembro de 2016 (10º Sagitário/Peixes): aspas idem, aquilo que disse relativamente à data de 18 de Junho de 2016, mas sobretudo por esta ser uma data, infelizmente, muito evocativa. Além disso a 1 de Setembro de 2016 há um eclipse solar a 9º Virgem, a tocar neste grau (10) onde a quadratura irá ocorrer. Aliás, este mês de Setembro de 2016, penso, pode ser um mês terrivelmente perigoso, podendo haver a séria ameaça de uma quantidade infinda de ataques terroristas a nível mundial.
*
Mais manifestações (possíveis) da quadratura.
Ser jornalista, cartoonista, é um acto de coragem. Maior defesa aos jornalistas, repórteres, aos Media, à TV, Rádio e jornais, mas defesa com polícia e militares em frente aos edifícios! Jornais e televisões (isto é, os edifícios) que se transformam em autênticas fortalezas, em autênticos bunkers! Novas formas de entrar nesses edifícios (com uma segurança a nível daquela que é implementada pelos Serviços Secretos). Ir trabalhar com colete à prova de bala.
Terroristas que passarão a olhar para TODOS os jornais e redacções (incluindo têvês) como alvos altamente apetecíveis. Grande possibilidade de ataques a jornais, tv’s, rádios (very soft target) e até gráficas onde são impressos periódicos e revistas. Possibilidade de ataques indiscriminados a todo o género de jornalistas e repórteres, feita por indivíduos iludidos, mentalmente incapazes, ou até pessoas movidas por ideologias religiosas radicais (de repente pensei em ataques à bomba a clínicas abortivas, uma coisa muito frequente nos EUA). Necessidade de proteger jornalistas e os Media, feita pelas autoridades e forças policiais (e até militares, se houver necessidade). Necessidade de muitos jornalistas se esconderem e até desaparecerem (Neptuno em Peixes) devido a extrema repressão e extremo perigo.
Limitação (Saturno) às liberdades, direitos e garantias individuais (Sagitário) devido ao terrorismo islâmico. Também possibilidade de limitação da liberdade de movimento.
E assim decorrerão, penso, os próximos três anos (até ao fim de Dezembro de 2017).
E no entanto eu Grito: Viva a Liberdade!
/Dunya_ModoAstrológico_Out
sábado, janeiro 17, 2015
sexta-feira, janeiro 16, 2015
Conversas
Ontem, a propósito do Charlie Hebdo e da operação policial na Bélgica, tive uma conversa interessante com o meu pai sobre o que se avizinha para nós, na Europa.
O meu pai acha que, apesar do que foi veiculado na imprensa, a intenção dos polícias, quando lá foram (Bélgica) não era exactamente a de "prender" (não sei se me explico).
E também considera que vai haver muita gente inocente, que não tem nada a ver com terrorismo e com terroristas, a morrer.
Não tinha pensado nisso dessa forma, para dizer a verdade. Vamos esperar para ver como será.
Talvez ele tenha razão.
/Dunya_Modo_DiálogoFamiliar_Out
O meu pai acha que, apesar do que foi veiculado na imprensa, a intenção dos polícias, quando lá foram (Bélgica) não era exactamente a de "prender" (não sei se me explico).
E também considera que vai haver muita gente inocente, que não tem nada a ver com terrorismo e com terroristas, a morrer.
Não tinha pensado nisso dessa forma, para dizer a verdade. Vamos esperar para ver como será.
Talvez ele tenha razão.
/Dunya_Modo_DiálogoFamiliar_Out
quinta-feira, janeiro 15, 2015
Charlie Hebdo: They're Not Racist Just Because You're Offended
(Autora: Lliana Bird)
Texto retirado daqui: http://www.huffingtonpost.co.uk/lliana-bird/charlie-hebdo_b_6461030.html
*******
«
Charlie Hedbo were leftists, some may even anarchists and punks. They printed numerous cartoons which were anti racism/xenophobia; that mocked and satirised the far right as bigots and racists. As long time reader and Frenchman, Olivier Tonneau pointed out in his excellent article, The National Front and the Le Pen family were in fact their primary targets above all others. Next came bosses, politicians and the corrupt. Finally they opposed organised religion. ALL organised religion. They didn't hate or abuse or target any one group or religion. They did however mock ALL systems and organisations and individuals of power - from political to religious to everything in between. They were satirists, and all people, systems and organisations should be open to criticism and mockery (so long as it sticks within the laws of the land). They were democratic in their ridicule and satirisation. No one was exempt. To do otherwise would have been the hypocritical. Equal rights also means equal treatment.
Accusations of Islamophobia alone seem to ignore the fact that the Pope, Jesus, Orthodox Jews (amongst many others) were targeted in equal measure. As the publication's lawyer Richard Malka said this week "In each edition for the past 22 years there has not been one where there have not been caricatures of the pope, jesus, priests, rabbis, immans or Mohammed." Although of course... perhaps you still believe they were Islamophobic, Christian-phobic, and anti-Semitic... but it seems it was not the every day believer they were intentionally targeting.
"We want to laugh at extremists - every extremist," surviving staff member Laurent Leger stated. "They can be Muslim, Jewish, Catholic. Everyone can be religious, but extremist thoughts and acts we cannot accept".
Much has been made of the fact (and accusations of hypocrisy bandied around) over the fact that a Charlie Hebdo cartoonist was sacked in 2009 over an alleged anti-Semitic cartoon (although its rarely noted this decision was taken by a long-since departed editor; that the sacked journalist ultimately won his unfair dismissal suit; and that this cartoon targeted a specific individual as opposed to an entire religion or idea), and many have asked why Muslims should expect to put up with things that Jews don't. Which would be a fair point, if it was true.
Judaism was frequently lampooned (a simple Google search will verify that). The Charlie Hebdo team were also very much pro-Gaza, and often fiercely critical of Israel's actions in the Israel-Palestine conflict. One series entitled 'One Commandment A Day: The Torah Illustrated by Charb' coarsely depicts Jews as contradicting their religious values in their interactions with Palestinians."Ne pas opprimer les faibles" ("Don't oppress the weak") is the title of a cartoon of a Jewish man firing an assault weapon into the back of a Palestinian woman. "Here, take that Goliath!," he shouts.
More in-depth research and conversations with those who were regular readers of the magazine reveal that Charlie Hebdo also strongly and regularly denounced the plight of minorities, they wrote in support of the Kurds, and they campaigned relentlessly for all illegal immigrants to be given permanent right of stay. One of Cabu's most famous creations was Mon Beauf, which caricaturised an ignorant, racist and bigoted Frenchman, and Bernard Velhac, also known as Tignous (and a member of Cartoonists for Peace) once said, "I would love to think that every time I make a drawing it prevents a kidnapping, a murder, or removes a land mine. What joy it would be! If I had that power I would stop sleeping and would make drawings non-stop."»
(...)
«The comments section underneath this article will no doubt be full of remarks and examples of cartoons which appear to defy this and which seem to to scream "racism!" and honestly, it would take a far longer article than I could write here (or you would care to read of mine) to go through every single cartoon, analyse it, explain the context, the news item behind it, the cultural context, the nuances and history of French humour, satire and cartoons (which were used up to 400 years ago to mock religion, royalty and other powerful and oppressive institutions in a time when many people couldn't read and cartoons were essential in the fight against monarchy and the church).»
(...)
«And we may appreciate that the very controversial cartoon of Mohammed being filmed naked titled "The film that embraces the Muslim world:" wasn't merely for the sake of putting him in a lewd position - it is a parody of a Brigitte Bardot scene in Jean-Luc Goddard's film Contempt thus satirising the outrage following the release of a controversial film about Islam.
Perhaps knowing all this and more you (or even I) may still find these and other cartoons extremely offensive (or worse) .
It's your right to feel that way, and to say as much as loudly as you like (and in doing so even to offend others). Freedom of speech means that some things people say and do are bound to offend you and vice versa. That's ok. As (a personal hero of mine) Majid Nawaz says you have every right to be offended, you do not have the right to not be offended.»
(...)
«Incitement of violence against Jews, Christians, Muslims, Buddhists, atheists etc is not ok (or legal). But criticism and mockery of Judaism, Christianity, Islam, Buddhism or atheism and the ideas they represent is. People have rights. Ideas do not. And the law is there to punish those who cross that line.
If anyone genuinely felt that the Charlie Hebdo crossed that very line then they had the option to start legal proceedings (as the Catholic church did many times). Fear of being prosecuted is a valid one that journalists, comedians and even cartoonists consider. Fear of losing one's life shouldn't be. The law is there to guide us in what we say, and punish us when we go too far. If you don't feel that the law adequately represents the rights of muslims or anyone else for that matter, or that certain depictions of religious figures in cartoons shouldn't be permissable, you're free to say so, write about it, protest and campaign to change the law. You aren't however free to take the law into your own hands.
The thought that a religion, a set of beliefs, or an idea, could be above criticism or ridicule is, to me, a scary one which could lead us into very dangerous ground. »
(...)
«As we all argue about what's right to say and what's wrong, what's offensive, and what's hypocritical, it might do us good to remember that 17 people died last week in the cruelest of ways. Each was their own person, no doubt differing in their morals, ethics, ideas and thoughts. Let's not call many of them names before they are even cold in the ground, although... of course, it's your right to do so if you like because most of you, like them, have similar freedom of expression. I may not like you insulting them, and you may not like anything that i've said in this article, but as you write your comment in section underneath (perhaps about what a stupid idiot you think I am) just remember that Charlie Hebdo's staff died standing up for your right to do so.»
Texto retirado daqui: http://www.huffingtonpost.co.uk/lliana-bird/charlie-hebdo_b_6461030.html
*******
«
Charlie Hedbo were leftists, some may even anarchists and punks. They printed numerous cartoons which were anti racism/xenophobia; that mocked and satirised the far right as bigots and racists. As long time reader and Frenchman, Olivier Tonneau pointed out in his excellent article, The National Front and the Le Pen family were in fact their primary targets above all others. Next came bosses, politicians and the corrupt. Finally they opposed organised religion. ALL organised religion. They didn't hate or abuse or target any one group or religion. They did however mock ALL systems and organisations and individuals of power - from political to religious to everything in between. They were satirists, and all people, systems and organisations should be open to criticism and mockery (so long as it sticks within the laws of the land). They were democratic in their ridicule and satirisation. No one was exempt. To do otherwise would have been the hypocritical. Equal rights also means equal treatment.
Accusations of Islamophobia alone seem to ignore the fact that the Pope, Jesus, Orthodox Jews (amongst many others) were targeted in equal measure. As the publication's lawyer Richard Malka said this week "In each edition for the past 22 years there has not been one where there have not been caricatures of the pope, jesus, priests, rabbis, immans or Mohammed." Although of course... perhaps you still believe they were Islamophobic, Christian-phobic, and anti-Semitic... but it seems it was not the every day believer they were intentionally targeting.
"We want to laugh at extremists - every extremist," surviving staff member Laurent Leger stated. "They can be Muslim, Jewish, Catholic. Everyone can be religious, but extremist thoughts and acts we cannot accept".
Much has been made of the fact (and accusations of hypocrisy bandied around) over the fact that a Charlie Hebdo cartoonist was sacked in 2009 over an alleged anti-Semitic cartoon (although its rarely noted this decision was taken by a long-since departed editor; that the sacked journalist ultimately won his unfair dismissal suit; and that this cartoon targeted a specific individual as opposed to an entire religion or idea), and many have asked why Muslims should expect to put up with things that Jews don't. Which would be a fair point, if it was true.
Judaism was frequently lampooned (a simple Google search will verify that). The Charlie Hebdo team were also very much pro-Gaza, and often fiercely critical of Israel's actions in the Israel-Palestine conflict. One series entitled 'One Commandment A Day: The Torah Illustrated by Charb' coarsely depicts Jews as contradicting their religious values in their interactions with Palestinians."Ne pas opprimer les faibles" ("Don't oppress the weak") is the title of a cartoon of a Jewish man firing an assault weapon into the back of a Palestinian woman. "Here, take that Goliath!," he shouts.
More in-depth research and conversations with those who were regular readers of the magazine reveal that Charlie Hebdo also strongly and regularly denounced the plight of minorities, they wrote in support of the Kurds, and they campaigned relentlessly for all illegal immigrants to be given permanent right of stay. One of Cabu's most famous creations was Mon Beauf, which caricaturised an ignorant, racist and bigoted Frenchman, and Bernard Velhac, also known as Tignous (and a member of Cartoonists for Peace) once said, "I would love to think that every time I make a drawing it prevents a kidnapping, a murder, or removes a land mine. What joy it would be! If I had that power I would stop sleeping and would make drawings non-stop."»
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«The comments section underneath this article will no doubt be full of remarks and examples of cartoons which appear to defy this and which seem to to scream "racism!" and honestly, it would take a far longer article than I could write here (or you would care to read of mine) to go through every single cartoon, analyse it, explain the context, the news item behind it, the cultural context, the nuances and history of French humour, satire and cartoons (which were used up to 400 years ago to mock religion, royalty and other powerful and oppressive institutions in a time when many people couldn't read and cartoons were essential in the fight against monarchy and the church).»
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«And we may appreciate that the very controversial cartoon of Mohammed being filmed naked titled "The film that embraces the Muslim world:" wasn't merely for the sake of putting him in a lewd position - it is a parody of a Brigitte Bardot scene in Jean-Luc Goddard's film Contempt thus satirising the outrage following the release of a controversial film about Islam.
Perhaps knowing all this and more you (or even I) may still find these and other cartoons extremely offensive (or worse) .
It's your right to feel that way, and to say as much as loudly as you like (and in doing so even to offend others). Freedom of speech means that some things people say and do are bound to offend you and vice versa. That's ok. As (a personal hero of mine) Majid Nawaz says you have every right to be offended, you do not have the right to not be offended.»
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«Incitement of violence against Jews, Christians, Muslims, Buddhists, atheists etc is not ok (or legal). But criticism and mockery of Judaism, Christianity, Islam, Buddhism or atheism and the ideas they represent is. People have rights. Ideas do not. And the law is there to punish those who cross that line.
If anyone genuinely felt that the Charlie Hebdo crossed that very line then they had the option to start legal proceedings (as the Catholic church did many times). Fear of being prosecuted is a valid one that journalists, comedians and even cartoonists consider. Fear of losing one's life shouldn't be. The law is there to guide us in what we say, and punish us when we go too far. If you don't feel that the law adequately represents the rights of muslims or anyone else for that matter, or that certain depictions of religious figures in cartoons shouldn't be permissable, you're free to say so, write about it, protest and campaign to change the law. You aren't however free to take the law into your own hands.
The thought that a religion, a set of beliefs, or an idea, could be above criticism or ridicule is, to me, a scary one which could lead us into very dangerous ground. »
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«As we all argue about what's right to say and what's wrong, what's offensive, and what's hypocritical, it might do us good to remember that 17 people died last week in the cruelest of ways. Each was their own person, no doubt differing in their morals, ethics, ideas and thoughts. Let's not call many of them names before they are even cold in the ground, although... of course, it's your right to do so if you like because most of you, like them, have similar freedom of expression. I may not like you insulting them, and you may not like anything that i've said in this article, but as you write your comment in section underneath (perhaps about what a stupid idiot you think I am) just remember that Charlie Hebdo's staff died standing up for your right to do so.»
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