Estou um bocadito zangada hoje. Li aquela história de que para termos uma reforma decente é necessário que poupemos ao menos um terço do nosso salário.
Mas esta gente é doida ou quê? Mas quem é que neste mundo, neste lindo Portugalinho, tem um terço do salário para poupar? Será que quem fez o estudo imagina as rendas das casas, compradas ou arrendadas? Imaginam as décadas que se passam para acabar de comprar uma casa? Parece que a raíz do problema é que a malta vive mais tempo e há menos nascimentos.
Mas quem é que tem dinheiro para ter filhos? A sério, quem?
(Solução: fuzilem-se os velhos e que a malta nova se ponha praí a procriar à doida, à valente!)
Se viveres até aos oitenta, 'tás fodido. Para as mulheres é ainda pior porque vivemos mais tempo ainda. Temos que poupar mais, parece. Ai é? Olha que giro. Mas, para pouparmos, o que é a gente come depois, merda? A merda sai barata, não é?
É isso: come-se merda. Vou já abrir um restaurante.
Epá, isto fode-me o juízo. Os filhos-da-puta são sempre os mesmos, ganham cada vez mais, são cada vez mais corruptos, e quem paga o pato somos nós.
Para quando a revolução?
/Ágata out (A Dunya tá de férias)
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quinta-feira, novembro 26, 2009
terça-feira, junho 12, 2007
Revoluções
"When Indian researcher Sugata Mitra embedded a high-speed computer in a wall separating his firm's New Delhi headquarters from an adjacent slum, he discovered that slum children quickly taught themselves how to surf the net, read the news, and download games and music. Mitra then replicated the experiment in other locations. Each time the results were similar: within hours, and without instruction, the children began browsing the Internet."
Para ver aqui.
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