[EDIT: Quero
corrigir esta informação - afinal a parte da destruição dos livros
poderá não ser verdade. Segundo me foi dito, a CGD não tem autorização
para fazer isso. Mas quando houver mais informações eu informo. Acho que
me "passei" um bocadinho...]
*****************************************
... que ele é delicado e vai-vos ao focinho.
Eu estou só a avisar, que não tenho mão nele.
Livros é para queimar, não é, meus lindos?
Ora... onde é que eu já vi isto antes?
http://dieelektrischenvorspiele.wordpress.com/2013/04/23/queens-ov-thee-circulating-library-enquanto-o-sr-bentley-enraba-passarinhos-a-cgd-enaltece-uma-especie-de-bucherverbrennung/
«“lê-se no e-mail interno, que ordena que os livros sejam destruídos ou encaminhados para reciclagem.»
Não há tanta biblioteca para onde os podem oferecer? Tem logo de ser DESTRUIÇÃO?????
Não quero que queimem o meu livro, nem o destruam, nem que ele siga para "reciclagem".
Quero-o intacto.
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terça-feira, abril 23, 2013
quinta-feira, abril 15, 2010
quinta-feira, maio 29, 2008
Freedomtocopy
Mas 'tá toda a gente a ver a Sic?! Só me aparece malta à procura deste link:
http://escrita.blogspot.com/2006/10/freedomtocopy.html
Tadinho do Miguel Sousa Tavares que foi difamado. Vá lá, todos: TADIIIIIIIIIIIINHOOOOO DELIIIII!
(Isto era sarcasmo, não me processes homem.)
Eu sou Ferozmente a favor da Liberdade total de expressão. Acho que implodia se tivesse nascido e vivido durante a ditadura e não gosto nada que tentem ressuscistar a Dita com desculpas disto e daquilo. Qual "pré-inscrição" com os dados todos se quisermos ter um blog, qual quê! O homem não 'tá bom.
Bom, mas passando a outros assuntos! Ora Caríssimos internautas que cá vêm parar mercê do MST, fiquem vossas Excelências sabendo que eu TAMBÉM ESCREVI UMA OBRA-PRIMA, OLARILAS.
O título é:
Sr. Bentley, o Enraba-Passarinhos. (1º cap., pdf)
(Sátira, com montes de palavrões. O herói é um senhor velhinho de sobretudo que voa com um chapéu-de-chuva por Lisboa a cuspir às criancinhas.)
Podem os Estimados Internautas adquirir uma cópia deste Best-Seller (... que nunca o foi, lol) nos seguintes locais:
Aqui
e aqui
e mais aqui.
(Ou, em alternativa!, podem ir à Feira do Livro de Lisboa ao pavilhão 159, onde está a minha editora Saída de Emergência. Na Feira do Livro do Porto a editora está na tenda... seja lá onde for, lol.
Ou Ainda - comprar directamente na loja online da editora: http://www.saidadeemergencia.com/index.php?page=Articles.ArticleView&article_id=41)
E que a leitura do Senhor Bentley vos Ilumine!
http://escrita.blogspot.com/2006/10/freedomtocopy.html
Tadinho do Miguel Sousa Tavares que foi difamado. Vá lá, todos: TADIIIIIIIIIIIINHOOOOO DELIIIII!
(Isto era sarcasmo, não me processes homem.)
Eu sou Ferozmente a favor da Liberdade total de expressão. Acho que implodia se tivesse nascido e vivido durante a ditadura e não gosto nada que tentem ressuscistar a Dita com desculpas disto e daquilo. Qual "pré-inscrição" com os dados todos se quisermos ter um blog, qual quê! O homem não 'tá bom.
Bom, mas passando a outros assuntos! Ora Caríssimos internautas que cá vêm parar mercê do MST, fiquem vossas Excelências sabendo que eu TAMBÉM ESCREVI UMA OBRA-PRIMA, OLARILAS.
O título é:
Sr. Bentley, o Enraba-Passarinhos. (1º cap., pdf)
(Sátira, com montes de palavrões. O herói é um senhor velhinho de sobretudo que voa com um chapéu-de-chuva por Lisboa a cuspir às criancinhas.)
Podem os Estimados Internautas adquirir uma cópia deste Best-Seller (... que nunca o foi, lol) nos seguintes locais:
Aqui
e aqui
e mais aqui.
(Ou, em alternativa!, podem ir à Feira do Livro de Lisboa ao pavilhão 159, onde está a minha editora Saída de Emergência. Na Feira do Livro do Porto a editora está na tenda... seja lá onde for, lol.
Ou Ainda - comprar directamente na loja online da editora: http://www.saidadeemergencia.com/index.php?page=Articles.ArticleView&article_id=41)
E que a leitura do Senhor Bentley vos Ilumine!
sexta-feira, setembro 14, 2007
sábado, julho 14, 2007
El Ditador! Olé!
Era uma vez um Salazar ditador que era gay. O que pouca gente sabe, gentis leitores, é que o Salazar gostava de levar no cu e tinha medo de ratos (hi-hic, dos pequenos e nojentos). O Salazar foi gay desde sempre e já em pequeno era sodomizado. Na barriga da mãe já Salazar era paneleiro. Depois cresceu, meteu-se nas economias e arranjou maneira de se apegar ao tacho de Ditador-Mor de Portugal. Era um bom trabalho, em consonância com o seu feitio porque assim ia ao cu a toda a gente, o que era bonito de ver. O Salazar tinha ministros e também os fodia. Todos, todos sem excepção (menos um muito lá ao canto com cara de fuinha e que lhe lembrava um rato quando franzia o nariz, assustando-o. A esse o Salazar Mor-Ditador – olé! - não tocava. Podia ter peste, IstoNuncaSeSabe).
O Salazar era também um grande filho-da-puta. Ora eu realmente não tenho provas concretas de que a mãezinha ganhasse a vida horizontalmente a abrir as perninhas (não se passava recibos na altura), mas o facto é que ele o era.
Está então estabelecido que Salazar era: maricas e um filho-da-puta*. (Com hemorróidas.) Estão a seguir-me, caros leitores? Ainda bem. Por Deus, por nada deste mundo quero que percam o fio à meada.
Para que serve este pequeno exercício? Ora para muito pouco: para provar que homem nenhum é eterno e que não há tribunal terreno que lhe valhe e que o que, um dia, se disse à boca pequena, noutros dias se dirá abertamente, gritando-o bem alto ao mundo. Se me apetecesse eu podia comprar um megafone, ir para a anteriormente denominada Ponte Salazar e gritar a plenos pulmões: Salazar era filho-da-puta. Quero também ver se há por aí algum filho-da-puta que se atreva a pôr-me um processo de difamação. Sim, gostava de ver: cidadã da Decrépita Democracia Portuguesa (DDP) posta em tribunal por ter chamado filho de meretriz ao cabrão do senhor Doutor Salazar, a.k.a, o Botas.
Quanto a outros e certos e determinados políticos ainda não lhes posso chamar pelos nomes devidos - mas descansem que eu vou viver muito tempo. Posso esperar. Daqui a cinquenta anos estão o gajos a fazer cal e eu continuo viva...
*(Não é minha intenção ofender nem trabalhadoras de sexo nem homossexuais. Falo a sério. Peço desculpa se o fiz, mas reitero que não é esse o meu objectivo.)
O Salazar era também um grande filho-da-puta. Ora eu realmente não tenho provas concretas de que a mãezinha ganhasse a vida horizontalmente a abrir as perninhas (não se passava recibos na altura), mas o facto é que ele o era.
Está então estabelecido que Salazar era: maricas e um filho-da-puta*. (Com hemorróidas.) Estão a seguir-me, caros leitores? Ainda bem. Por Deus, por nada deste mundo quero que percam o fio à meada.
Para que serve este pequeno exercício? Ora para muito pouco: para provar que homem nenhum é eterno e que não há tribunal terreno que lhe valhe e que o que, um dia, se disse à boca pequena, noutros dias se dirá abertamente, gritando-o bem alto ao mundo. Se me apetecesse eu podia comprar um megafone, ir para a anteriormente denominada Ponte Salazar e gritar a plenos pulmões: Salazar era filho-da-puta. Quero também ver se há por aí algum filho-da-puta que se atreva a pôr-me um processo de difamação. Sim, gostava de ver: cidadã da Decrépita Democracia Portuguesa (DDP) posta em tribunal por ter chamado filho de meretriz ao cabrão do senhor Doutor Salazar, a.k.a, o Botas.
Quanto a outros e certos e determinados políticos ainda não lhes posso chamar pelos nomes devidos - mas descansem que eu vou viver muito tempo. Posso esperar. Daqui a cinquenta anos estão o gajos a fazer cal e eu continuo viva...
*(Não é minha intenção ofender nem trabalhadoras de sexo nem homossexuais. Falo a sério. Peço desculpa se o fiz, mas reitero que não é esse o meu objectivo.)
sexta-feira, maio 11, 2007
O País de Salazar
E lá vem o segredo de justiça. Esta coisa que protege a investigação, o bom nome do arguido, do juiz, do procurador, etc. O caso da criança Madeleine no Algarve e os esclarecimentos públicos que têm sido prestado deveriam deixar-nos orgulhosos do nosso País e do segredo de justiça.
Mas quem são aqueles jornalistas bifes para virem ao País do Choque Tecnógico, da Transparência da Admitração Pública, no fundo, à Filândia do Mediterrâneo exigir informação? Mas aquela cambada de esponjas alcoólicas não sabe que em Portugal temos o segredo de justiça?
Qualquer pessoa no mundo civilizado sabe que em Portugal existe o segredo de justiça. E que, portanto, mesmo que se tenham 180 inspectores no terreno, um embaixador no Algarve, polícias ingleses a aterrarem cá, dois países atentos ao desenrolar de uma situação – nada pode ser dito por obediência ao segredo de justiça.
Infelizmente, as pessoas só ficam a perceber o que é o ridículo do segredo de justiça com o desaparecimento de uma criança.
Que, por azar, é inglesa. E que, também por azar, mobilizou a comunicação social de lá. Que, por ignorância completa, está a transmitir o que de pior havia no Portugal de Salazar: Um Portugal fechado, onde as instituições não têm por hábito prestar esclarecimentos públicos, um País bolorento, na era medieval, enquanto o mundo inteiro já abraçou a sociedade da comunicação. Um País com o segredo de justiça. I Love Portugal!
Fonte: Grande Loja do Queijo Limiano.
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