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quarta-feira, janeiro 25, 2012

Testamento: considerações sobre o destino futuro da minha obra.

Há algum tempo que ando a pensar que devo fazer um testamento, não para garantir o destino das coisas materiais que possuo neste momento (leia-se: nenhuma), mas sim para determinar o destino futuro dos meus livros. Só porque agora eu sou virtualmente desconhecida isso não sifnifica que continue a sê-lo no futuro. Quando eu morrer, quem é que determinará o rumo das minhas obras? E quem fará dinheiro (havendo interesse geral e algum tipo de êxito) com elas? Uma coisa eu sei: eu não quero que a minha família (com excepção dos meus pais) fique com a minha obra, tenha lucro com ela ou determine seja o que for no que diz respeito aos meus livros. Há livros, por exemplo, que eu sei que são Maus, Maus, Maus - e não quero que sejam publicados. Quero, antes, a sua destruição. Ora, posso ser eu a fazê-lo ou nomear alguém que o faça após a minha morte (não sei o nome legal desta pessoa, testamentário?). Como vivo numa época digital não é de todo implausível que, apesar da destruição de todas as cópias que possa ter feito de certos livros (que eu não quero que vejam a luz do dia), não é implausível, dizia, que algumas cópias tenham sobrevivido em uma ou outra caixa de correio electrónico. Portanto vou ter de nomear alguém que possa defender os meus interesses após a minha morte. Claro que, segundo a lei actual (e isto se não estou em erro), após 70 anos o copyright termina e, suponho, aquilo que eu determinei enquanto autora - também acaba. Logo (presumo), depois desse período, até os livros Maus poderão ser publicados. Realmente - não sei se será assim. Tenho de ver a lei actual (ou consultar um advogado). Não planeio morrer já, lol! Quero (I intend to!) viver uma vida longa. No entanto tenho já de começar a pensar nestas coisas.

E o que é que eu quero, exactamente? Pelo menos por agora. O seguinte:

- que os meus pais (caso eu morra antes deles) tenham o usufruto da minha obra enquanto viverem (all the money goes to them); mas que, após a sua morte, os beneficiários do eventual valor monetário que a minha obra possa produzir, que os beneficiários sejam, por exemplo, instituições (do género Amnistia Internacional, Cruz Vermelha, algo assim. Ainda não decidi Quais poderão ser. Uma não vai ser de certeza: a Casa Pia). Porém quero que apenas o sejam durante um período de 20 anos - e que após esse período a minha obra (com execpção dos Livros Maus, Maus, Maus - que eu terei, presumo, de discriminar) caia no Domínio Público. Porquê? Porque sim e pronto. Eu sou, acima de tudo, uma Autora e quero ser Lida.

Possível cenário:
- Imagine-se que eu vivo, sei lá, mais dez anos e morro (acidente, doença, cataclismo, asteróide - wrong place at the wrong time kind of thing). E morro tão anónima quanto vivi, lol. (Ou seja: continuando a não existir grande interesse pela minha obra.) E imagine-se que os meus pais vivem mais, sei lá, 15, 20, 25 anos após a minha morte. Eles têm o usufruto de eventuais lucros financeiros que os meus livros produzam - mas não podem determinar que livros são publicados (isto é: não podem deixar que os Livros Maus vejam a luz do dia). Suponho que vou ter que nomear alguém para garantir isto. Ideia repentina: será que a SPA pode ter algum tipo de papel nisto? Se calhar não - porque eles quererão manter o copyright (o tempo de, I mean).
- Após a sua morte o Usufruto financeiro passaria (hipotéticamente), por exemplo, para a delegação da Amnistia Innternacional de Lisboa. E poderiam mantê-lo durante 20 anos. Again: sem possuírem o poder de decisão sobre a publicação de determinados livros.

- Após esses 20 anos (ou 10, ou 5 ou 30 - ainda não pensei os detalhes exactos e nem sequer sei se o posso fazer, tendo em conta a lei actual) a minha obra (Excepto os Livros Maus) cai em Public Domain. Again: porque eu sou uma Autora e quero ser Lida.

Estas são apenas, considerações iniciais, e daqui a uns tempos tenho mesmo de agir em conformidade com os meus desejos (i.e., elaborar um testamento, assiná-lo na presença de testemunhas e nomear alguém que assegure a defesa dos meus interesses e Desejos após a minha morte). Por enquanto ainda estou num período de reflexão.

sexta-feira, novembro 18, 2011

Fórum Fantástico (Telheiras)

Fui ao Fórum Fantástico e ficaria lá o resto da sessão porque houve intervenções bastante interessantes. Aprendi muita coisa. Certamente aprenderia mais se tivesse ficado - mas amanhã tenho de me levantar às cinco da manhã, por isso não dava.
Conheci António de Macedo que me explicou algumas coisas sobre o funcionamento da SPA e me contou também que, no seu romance O Sangue e o Fogo, há uma personagem que se chama Ágata :D

Sincronismos! Que giro.

Hoje fiz tanta coisa. Tive boas notícias também.
Não tive uma epifania, mas quase. Digamos que é uma espécie de “epifania mild crónica”. É uma verdade que eu já sei há muito, mas não a vivo.

Daqui a pouco tenho de me ir deitar.

/Dunya out

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Write or Die!

[Escrito horas atrás.]

Olá olá olá. Como é que raio isto funciona? Ah, temos de escrever ou morrer! Salvo seja. Bolas, imagine-se que esse era mesmo o castigo. Epá, 'tou a pensar numa bela história. Alguém que rapta outra pessoa e obriga-a a escrever.

- Tu sempre disseste que querias escrever. Agora: ESCREVE - diz enquanto fecha pesadamente a porta da masmorra.
E depois o tipo, a personagem, fica lá dentro, sozinho, apenas com uma vela pra lhe iluminar a escuridão. Huuuu, que gótico! (Not.) Uma vela e uma pilha de papel e uma caixa inteira de canetas e lápis. E se ele não escrever as consequências serão...

Inimagináveis.

Huuuuu (cámedo). Not.

Tipo, por cada folha escrita tem direito a uma sanduiche! Ou a um rebuçado. A um amendoim coberto com chocolate (derrete-se na boca e não nas mãos).

Então é ele sozinho, talvez durante meses a fio, talvez até um ano. Não, pior: anos inteiros! Anos seguidos! LOL. É bom ser mau para as nossas personagens. Podemos fazer tudo o que nos apetecer - sem sermos presos. É tipo ser Deus sem nenhum tipo de poder material.

Não é má de todo esta ideia. Posso reservá-la para o nanowrimo de 2011. Ou não. Posso fazer um conto. Uma... noveleta! Ou não.

Bem, tenho de me pirar.
 
/Fui

quarta-feira, novembro 24, 2010

Nanowrimo: this is too good, I need to share it

[NaNoWriMo] A pep talk from Lemony Snicket

"Dear Cohort,

Struggling with your novel? Paralyzed by the fear that it's nowhere near good enough? Feeling caught in a trap of your own devising? You should probably give up.

For one thing, writing is a dying form. One reads of this every day. Every magazine and newspaper, every hardcover and paperback, every website and most walls near the freeway trumpet the news that nobody reads anymore, and everyone has read these statements and felt their powerful effects. The authors of all those articles and editorials, all those manifestos and essays, all those exclamations and eulogies - what would they say if they knew you were writing something? They would urge you, in bold-faced print, to stop.

Clearly, the future is moving us proudly and zippily away from the written word, so writing a novel is actually interfering with the natural progress of modern society. It is old-fashioned and fuddy-duddy, a relic of a time when people took artistic expression seriously and found solace in a good story told well. We are in the process of disentangling ourselves from that kind of peace of mind, so it is rude for you to hinder the world by insisting on adhering to the beloved paradigms of the past. It is like sitting in a gondola, listening to the water carry you across the water, while everyone else is zooming over you in jetpacks, belching smoke into the sky. Stop it, is what the jet-packers would say to you. Stop it this instant, you in that beautiful craft of intricately-carved wood that is giving you such a pleasant journey.

Besides, there are already plenty of novels. There is no need for a new one. One could devote one's entire life to reading the work of Henry James, for instance, and never touch another novel by any other author, and never be hungry for anything else, the way one could live on nothing but multivitamin tablets and pureed root vegetables and never find oneself craving wild mushroom soup or linguini with clam sauce or a plain roasted chicken with lemon-zested dandelion greens or strong black coffee or a perfectly ripe peach or chips and salsa or caramel ice cream on top of poppyseed cake or smoked salmon with capers or aged goat cheese or a gin gimlet or some other startling item sprung from the imagination of some unknown cook. In fact, think of the world of literature as an enormous meal, and your novel as some small piddling ingredient - the drawn butter, for example, served next to a large, boiled lobster. Who wants that? If it were brought to the table, surely most people would ask that it be removed post-haste.

Even if you insisted on finishing your novel, what for? Novels sit unpublished, or published but unsold, or sold but unread, or read but unreread, lonely on shelves and in drawers and under the legs of wobbly tables. They are like seashells on the beach. Not enough people marvel over them. They pick them up and put them down. Even your friends and associates will never appreciate your novel the way you want them to. In fact, there are likely just a handful of readers out in the world who are perfect for your book, who will take it to heart and feel its mighty ripples throughout their lives, and you will likely never meet them, at least under the proper circumstances. So who cares? Think of that secret favorite book of yours - not the one you tell people you like best, but that book so good that you refuse to share it with people because they'd never understand it. Perhaps it's not even a whole book, just a tiny portion that you'll never forget as long as you live. Nobody knows you feel this way about that tiny portion of literature, so what does it matter? The author of that small bright thing, that treasured whisper deep in your heart, never should have bothered.

Of course, it may well be that you are writing not for some perfect reader someplace, but for yourself, and that is the biggest folly of them all, because it will not work. You will not be happy all of the time. Unlike most things that most people make, your novel will not be perfect. It may well be considerably less than one-fourth perfect, and this will frustrate you and sadden you. This is why you should stop. Most people are not writing novels which is why there is so little frustration and sadness in the world, particularly as we zoom on past the novel in our smoky jet packs soon to be equipped with pureed food. The next time you find yourself in a group of people, stop and think to yourself, probably no one here is writing a novel. This is why everyone is so content, here at this bus stop or in line at the supermarket or standing around this baggage carousel or sitting around in this doctor's waiting room or in seventh grade or in Johannesburg. Give up your novel, and join the crowd. Think of all the things you could do with your time instead of participating in a noble and storied art form. There are things in your cupboards that likely need to be moved around.

In short, quit. Writing a novel is a tiny candle in a dark, swirling world. It brings light and warmth and hope to the lucky few who, against insufferable odds and despite a juggernaut of irritations, find themselves in the right place to hold it. Blow it out, so our eyes will not be drawn to its power. Extinguish it so we can get some sleep. I plan to quit writing novels myself, sometime in the next hundred years.

--Lemony Snicket

Lemony Snicket is the author of A Series of Unfortunate Events."

quinta-feira, abril 15, 2010

Miguel Sousa Tavares: previsões astrológicas

MST nasceu, segundo a biografia na wikipédia, no Porto a 25 de Junho de 1952. Não sei a hora.
Eis aqui as minhas, resumidas, previsões. Não faço a mais pequena ideia se vou acertar ou não.

******************


Mini previsão astrológica para o Miguel Sousa Tavares, Esse Grande Escritor, 'tadinho, difamado!

(Será que ele me pode processar por sarcasmo? Espero que não.)



Bom, adiante.


Vai haver um eclipse da Lua (algo que acaba ou culmina) a 26 de Junho, que lhe vai afectar o Sol - seja o que for que aconteça por volta dessa altura vai afectar profundamente aquilo que ele é, quem ele é; este eclipse vai também afectar a sua Vénus natal. Vénus está conectada com amor, mas também amizades e dinheiro.

Ora isto pode manifestar-se de várias maneiras:

- ou recebe (ou começa a receber) os tais 100 mil euros

- ou vai acabar alguma relação amorosa e/ou de amizade que ele possa ter

- também pode estar relacionado com Perdas Monetárias (dinheirinho que lhe sai do bolso por algum motivo, qual, não sei dizer)



Depois vai haver outro eclipse, solar, (algo que se inicia) a 11 de Julho de 2010.

Este vai afectar o seu Mercúrio natal. Mercúrio está conectado com o tema da comunicação. (E não só, também está relacionado com irmãos, vizinhos, viagens curtas).



Ora, várias possibilidades:

- será que vai lançar um livro novo?

- ou, será que esta situação com o processo de danos morais realmente acabou? Será que, a decisão de lhe serem atribuídos 100 mil euros, vai ser revogada por outro tribunal?

- outra coisa, por volta desta altura, (e isto são paranóias minhas, mas mais vale avisar), o melhor era talvez não viajar, estar quietinho... não quero estar a assustar o homem, claro...! É que eu olho para a conjunção natal que ele tem com Urano e a quadratura que tem com Neptuno e penso: acidente! Provavelmente não vai acontecer nada...

- pode também acontecer que ele produza comentários bombásticos! Sem sequer ter consciência de que podem ter repercurssões graves (Mercúrio natal em quadratura com Neptuno, aka, o Gajo do Véu).


Vai haver outro eclipse da lua (algo que termina) a 21 de Dezembro de 2010, a 29º Gémeos - muito perto do seu Sol natal. Novamente o seu ser mais íntimo vai ser afectado de algum modo - qual, não sei.

Ele tem o ponto médio de Marte/Nódulo Norte a 28º Sagitário, o que eu acabei de pensar foi:

- Será que por volta de Dezembro de 2010 ele vai terminar a sua relação com o jornal desportivo a Bola? Vai deixar de escrever para lá? O Nódulo Norte está relacionado com Grupos e Marte está relacionado com o desporto (mas também com a nossa assertividade e agressividade).



Bom, não sei, logo se verá.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Camilo Castelo Branco

Estive a dar uma olhada no mapa natal astrológico do Camilo Castelo Branco. Descobri porque é que ele me inspira! Bom, não vi tudo com grande profundidade, mas uma coisa chamou-me a atenção:

- no mapa natal dele há um grande trígono em terra entre: Vénus em Touro, Neptuno em Capricórnio e! o asteróide Ágata em Virgem! Logo não é de admirar que eu me sinta inspirada cada vez que leio um livro seu.

A sinastria também é interessante:
- o Nódulo Norte dele está a 25º Sagitário. A minha Lua natal está a 26º Sagitário. Os nossos Plutões natais estão em oposição partil. Interessante é o asteróide Ágata estar, no meu mapa, a 2º32 Carneiro e o Plutão natal de CCB estar a 2º29 Carneiro :D A três minutos de estar exacta a conjunção, lol.
- Tanto ele como eu temos a conjunção entre Marte e Quíron em Carneiro (só que a dele é mais exacta).
- o Saturno do CCB em Gémeos faz trígono aos meus planetas natais Plutão e Júpiter (em signos de ar, ou seja, mentais, intelectuais).
- Os nossos Uranos natais estão numa quadratura partil (exacta ao grau).
- Os nossos Júpiteres estão opostos e ambos retrógados.
- E há outras oposições também interessantes.

This is fun :D
Se tiver paciência ainda me ponho a analisar o mapa astrológico do homem.
Ah:
- o seu Sol natal está a 25º Peixes. A 16 de Março (por acaso o dia em que nasceu...) vai haver uma Lua Nova nesse grau. Talvez haja algum tipo de notícias sobre este escritor por volta dessa altura.

A sua morte, por suicídio, deu-se, segundo este link, a 1 de Junho de 1890.

Nesse dia os trânsitos astrológicos relevantes são os seguintes:
- Sol, Mercúrio, Plutão e Neptuno nos graus iniciais de Gémeos, mesmo em cima do seu Saturno Natal a 2º Gémeos (Gémeos está relacionado com a visão. Se não estou em erro, Camilo matou-se porque estava a ficar cego).
- Quíron em trânsito a 19º Caranguejo, numa oposição exacta a Urano natal a 19º Capricórnio. No mapa natal Urano e Quíron estão envolvidos numa quadratura. Será que o seu suicídio causou muita dor (Quíron) e choque, espanto (Urano) a muita gente? Provavelmente deve ter sido algo bastante chocante.
- Interessante também é o facto de Marte em trânsito (relacionado com a nossa vitalidade física) estar a 4º Sagitário, directamente oposto a Neptuno em trânsito a 4º Gémeos. Grande confusão mental a exacerbar um pessimismo natural que ele tinha (esta oposição estava a afectar o seu Saturno natal em Gémeos). Novamente, no mapa natal, vê-se que Marte e Neptuno estão relacionados numa quadratura em signos cardeais (ele devia ser um bocado para o lado do impulsivo e talvez tivesse alguma propensão para não ver as coisas claramente, deixando-se levar por ilusões - o que também é confirmado pelo Sol e Mercúrio natais em Peixes). Tudo isto me leva a pensar que o suicidio foi um acto irreflectido, "amadurecido" no pessimismo.
- Saturno em trânsito em Leão, possivelmente oposto à sua Lua natal em Aquário (sem hora de nascimento não dá para saber nem o Ascendente nem o grau exacto da Lua): indicador de uma possível depressão. Júpiter em trânsito estava a 12º Aquário - talvez a exacerbar essa dita hipotética depressão? Talvez muito perto da sua Lua, quem sabe?
- O Nódulo Norte em trânsito estava a 23º Gémeos - em conjunção a 2 graus de partil com o seu Nódulo Sul. NN em trânsito também numa quadratura ao Sol natal em Peixes.
- Urano em trânsito a 22º Balança, possivelmente num trígono com a Lua natal em Aquário (a notícia da sua morte correu rapidamente pelo público?). Este mesmo Urano em trânsito completa uma quadratura em T formada pelo Urano natal a 19º Capricórnio e o Quíron em trânsito a 19º Caranguejo.

Bom, e esta é a minha análise possível para os trânsitos astrológicos daquele dia. Em baixo deixo o mapa.



Adenda para acrescentar: Marte em trânsito estava num trígono em fogo com Júpiter natal. No mapa natal ambos os planetas, igualmente no elemento fogo, estão em trígono. O que me leva a pensar em: alguma "facilidade" naquele dia para uma acção impensada e Impulsiva (Fogo), acção essa fomentada por pensamentos negativos e uma, quiçá, já longa depressão. Coitado do homem. Ó, quem me dera ter uma máquina do tempo :/

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Livros de Camilo Castelo Branco

http://pt.wikipedia.org/wiki/Camilo_Castelo_Branco

Neste artigo do wikipédia podem ver, mais para o fundo, a lista de livros escrito por este incrível e prolífico autor português. Muitos estão disponíveis no formato ebook.

Enjoy!