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quarta-feira, março 18, 2020

Vários ebooks (meus) gratuitos - Ágata Ramos Simões

Todos em Português Europeu:
Renata, a Feia:
"Renata é Portuguesa e é a mulher mais feia do mundo. Ela habita num Portugal Alternativo onde as Feias são consideradas estúpidas e tratadas de acordo com esse epíteto.
Renata, um dia é raptada por Shayar, um sultão que colecciona feias. Ricardo, há anos secretamente apaixonado por ela, tenta salvá-la..."
**

sexta-feira, março 21, 2014

Escrita: update!

A escrever, ainda, o Anjo Zacarias. 

Ver se é desta que a desgraçada da Felícia se livra do anjo (aka, o filhodaputa do anjo). Não me parece - mas ela vai tentar!

Back to writing.

/Dunya_Writing_Mode_OUT

terça-feira, março 11, 2014

Aos meus leitores: questão

Olá!

Tudo fixe?

Tenho uma pergunta, tanto para os meus leitores e aqueles que não o são.

O que gostariam que eu escrevesse? Que género de livro, que tipo de história? E podiam dar exemplos de
autores e de obras (para eu ter apenas uma referência)?



/Dunya Out

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Repost: Hipotéticos Dias Futuros

(Originalmente escrito e posto no blog em Dezembro de 2005.)

Hipotéticos Dias Futuros

7 horas: acordo, expulso Buda, as divindades Maias e Deus da cama, filho da mãe, que pés frios, e saio para o glaciar do quarto.

7h-7h30: faço exercício físico e meditação transcendental. Deus toca-me no ombro, peço-lhe educadamente que me desampare a loja e não torne a aparecer-me à frente. Sai, amuado.

7h30-8h: faço chá, amaldiçoo a maré que me molhou os pés e se retrai para debaixo do sofá, digo psst-psst, musa? Anda, tenho leite morno e bolachas. E frango, frango assado. O silêncio ecoa nas paredes. Espalho grãos de milho e ervilhas congeladas no corredor para atraí-la.

8h-12h: escrevo, sofro de interrupções várias, as personagens jorram-me, líquidas, pelas orelhas, torno a pô-las cá dentro, os candeeiros choram, mais outra lâmpada fundida, fungam, as cadeiras e o aquecedor bocejam, a mesa-de-cabeceira estira os braços e diz: vou lavar os dentes. Respondo: não gastes a porra do gás todo.

12h-13h: faço o almoço, vou para a rua, como já não há gás espero que chova e tomo banho vestida.

13h-15h: como e leio, durmo a sesta. Converso com unicórnio. E aí vizinha nem sabe nem sonha nem imagina ai mas onde é que estou com a cabeça roupa de cor misturada na branca é do meu pequeno está muito frio para andar por aí despido sujeito a correntes de ar então não é que a mulher do vizinho lá de baixo sabe o cigano ah é ela que é cigana não sabia foi preso por tráfico de droga você sabe a ciganada e a pretalhada é tudo assim - diz enquanto estende as crinas brancas a cheirar a lixívia e woolite. Os unicórnios racistas são uma fonte inesgotável de inspiração, preciso deles como da fina ponta das canetas rotring (0.1), que custam o caralho de uma fortuna.


15h-17h: pela primeira vez no dia o crítico interior faz a sua aparição. Mato-o com o lança-chamas. Esfuma-se numa bola de fogo, os vizinhos vêm queixar-se dos berros e que não pode ser, todos os dias, todo o santo dia, a matar gente, a matar gente, a matar gente. Vão chamar a Deco. Eu faço-lhes um manguito e respondo que podem até chamar o Figo. Regresso à escrita.

17h-18h: leio. Danço. Leio.

18h-20h: antes mesmo de me sentar à secretária já o estafermo do crítico interior me ocupou a cadeira e julga com uma sobrancelha alteada e pegando com dois dedos a ponta da folha, cheio de nojo, a minha escrita, que abomina e que por pena não daria nem à fogueira, merecedora de material superior que lhe faça as chamas. Dou-lhe um tiro. Vários. Arrasto-o para o lado e sento-me a escrever. A maré que vem da sala limpa o sangue e um tubarão faz o resto da limpeza.

20h-21h: hora da janta.

21h: a musa finalmente aparece, faço-lhe massagens e festas. Desesperadas tentativas de sexo desvairado da minha parte, que educadamente recusa. Fumo um charro com a musa, espirro vezes seguidas, não sei ¨travar¨ o fumo, não consigo aprender. Maldita alergia que me cerca o ensino a meio. Nem no recorrente lá vou. Vejo a cara da musa envolvida em névoa diáfana, mais fina que a espessura da hóstia a envolver doces. Parte depois de me pedir dez euros para o bingo.

21h-23h: sozinha... leio distraída. Fito o sítio vazio que continha o televisor e imagino as notícias: hoje rosas pariram pássaros feios como crias de dinossauros.

23h: Deus reaparece. Com a bíblia, ainda por cima. Dou-lhe porrada, murros, socos. Refugia-se na cama e lá fica até eu me juntar às 23h21. Empurro-o com os pés para o fundo, na vã tentativa de o sufocar. Buda e os deuses Maias regressam da borga, a cair de bêbados.

24h: adormeço.

Os Sábados e Domingos reservo para: acordar tarde, essencial -íssimo!- não escrever, fazer nenhum, não me vestir nem tomar banho, limpar a casa, fazer mudras, contemplar teoremas matemáticos, colher limões, atazanar abelhas com o meu ferrão, arrotar, empanturrar-me de doces sem açúcar e, no geral, respirar aliviada por estar viva - porque estar morta era uma chatice. Naturalmente esmurrar Deus. Ter considerações lúbricas acerca da musa. Pensar em metáforas poéticas para a seduzir e levar à cama. Um dia vou conseguir. Espalhar migalhas de pão-de-ló e pastéis de tentúgal para atraí-la, Deus tenta comê-las, vai à Misericórdia, estafermo, vai à sopa dos pobres, digo e com o pé no rabo empurro-o para o chão.

quinta-feira, outubro 03, 2013

Setembro de 2013: total de escrita


Escrevi no mês de Setembro de 2013: 5200 palavras. A maior parte foi para um livro, em inglês, que vou disponibilizar
de forma gratuita (é sobre o perfil astrológico do pequeno Príncipe Jorge, futuro Rei de Inglaterra).

Não foi muito, mas não é mau!

/Dunya out

segunda-feira, setembro 23, 2013

PLANOS DE ESCRITA

(Publicado primeiro aqui: https://medium.com/writers-on-writing/a92f0a21a186 )
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Planos de Escrita
Adoro fazê-los, tenho dificuldade em segui-los

Adoro, adoro, aliás tenho o hábito de fazer planos, imensos planos de escrita. Digo a mim própria e anoto-o:

“Amanhã escrevo três horas seguidas. Exacto. Das sete às dez da manhã.”

Ou: escrevo três mil palavras. Ou: duas mil palavras. O problema é que nunca os sigo. Tenho, porém, menos dificuldade em seguir à letra (salvo seja) os planos menos ambiciosos, aqueles que eu sei, com a toda a certeza, serem fáceis de cumprir. Por exemplo: escrevo durante quinze minutos. Ou: escrever quinhentas palavras. Facílimo. E simplicíssimo.

Porque é eu faço isto a mim própria? Se o soubesse! Quem sabe precise de terapia para conhecer e ir à raiz da questão. Penso que há muitos escritores a sofrerem de idêntico mal, da mesma maleita. Em parte sinto-me culpada por não estar a escrever mais, por estar a escrever Tão Pouco! Mas esta culpa não me ajuda em nada. Pelo contrário, contribui para o problema. Não me sinto produtiva e, por isso, sinto-me culpada; esta culpa, por seu turno, ajuda ainda menos à produtividade! E acabo por não escrever uma linha.

Talvez consiga mudar. Talvez. Não. Tenho de alterar o discurso interno: eu sei que sou capaz de mudar, de alterar o meu comportamento! Eu, Ágata, sou uma escritora Disciplinada!

(Vamos lá a ver se isto funciona…)

Fiz ontem um plano — e não o segui nem ontem nem hoje!

Suponho que a mudança começa com o primeiro passo ou, no caso dos escritores, com a primeira linha.

Portanto, vou ali escrever uma linha de um livro que já devia estar terminado.

/Dunya out

terça-feira, abril 23, 2013

O Sistema

Desde Setembro até hoje escrevi: 94 mil palavras.

O mínimo por ano são 200k.

/Dunya out

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Fome Assassina disponível na Amazon!


Aqui:

http://www.amazon.com/dp/B00BIUY0DE


Publicado "Fome Assassina"!


Neste momento só na Smashwords:

http://www.smashwords.com/books/view/287915

Estou, no momento, a fazer o upload para o site da Amazon.

Aqui deixo a descrição da obra!



Sabine sabe que é um ser imortal, mas por não possuir memórias antigas desconhece a idade que tem. Desconfia, não obstante, que vive há milhares de anos. Ela anota os seus sonhos em diários secretos pois são esses sonhos que lhe fornecem informação sobre a sua identidade há muito esquecida. Sabine é um ser imortal cuja fome a impele ao consumo de seres humanos. É, aliás, assim que consegue sobreviver. Além de si, Sabine conhece apenas mais outro imortal: Castro. Costuma questioná-lo sobre o que eles são, a sua raça e a origem dela, porém Castro nunca responde. Sabine alberga a desconfiança de que ele sabe mais do que conta e que nunca partilhará com ela o que sabe. Um dia capturam-na e ela está em risco de morrer quando alguém a ajuda. Quem será esta pessoa? E quais são exactamente as suas intenções?

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Da Série de Coisas que me Fodem o Juízo: EDIT - ser mal informada


[Há um site ( Livraria Cultura) que tem os meus ebooks à venda sem que eu autorizasse.- Pensava eu!]

EDIT A 17 JANEIRO 2013:

Pensava eu que não tinham autorização, afinal têm uma parceria com a kobo! 
(Eu tinham perguntado à kobo e aparentemente fui mal informada...)

Aqui:

http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2012/10/04/livraria-cultura-fecha-parceria-com-a-kobo-e-lanca-e-reader-proprio/


E também aqui:

http://paidcontent.org/2012/09/15/kobo-partners-with-livraria-cultura-to-sell-e-readers-in-brazil/
Aqui fica o link para os meus livros:

http://www.livrariacultura.com.br/Produto/Busca#Buscar=SIM%C3%95ES,%20%C3%81GATA%20RAMOS&Flag=2







terça-feira, outubro 30, 2012

Alterado "O Sistema"

Modificámos o Sistema!

A partir de agora:

- o mínimo de escrita são 200 mil palavras por ano (200k/ano);
- as multas por não atingir a quota são de 10 euros ao ano;
- continuam os encontros quadrimestrais.


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domingo, setembro 30, 2012

SENHOR BENTLEY COM AS IDEIAS DO COSTUME (29 Setembro de 2012)

(Algo que escrevi ontem, durante o percurso do Metro. Em cerca de 15 minutos, mais ou menos.)
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O Senhor Bentley às vezes tem ideias do catano. O magano decidiu juntar-se à manifestação no Terreiro do Paço. Calçou as pantufinhas, pôs um gorro de dormir todo catita, vestiu o pijama com flores rosas e amarelas, pegou de supetão no guarda-chuva (estremunhado, o coitado dormia) e allez-hop – lá foi ele para o Terreiro do Paço.
- Vou-me Manifestar! - dizia, ao pombo que o quisesse ouvir. - Vou-me Manifestar! - exclamava com grande empenho.
Mas a meio do trajecto aéreo (e para quem não conhece o Sr. Bentley informamos que ele voa pelos céus de Lisboa com a ajuda do seu grande amigo, o guarda-chuva voador), a meio do trajecto, dizíamos, deitou um olhinho à Lisboa lá de baixo e decidiu parar.
Aterrou na cabeleira marmórea do Marquês de Pombal.
Eu não sei como raio é que o homem fez aquilo – passes de mágica ou o camandro – mas tirou um megafone sabe-se lá de que recanto, e pôs-se a discursar.

- Compatriotas! - começou, do alto da cabeleira. - Compatriotas, é meu dever estar hoje aqui, exactamente Aqui – e aponta furiosamente para baixo com o indicador – neste mesmo sítio, AquiAquiAqui – faz uma pausa, suspira, e de olhos esbugalhados a fazer mossa num rosto quase todo ele plácido, prossegue – para vos falar sobre os sacrifícios – e à palavra sacrifícios soava como se lhe apertassem os testículos num torno – sobre os Sacrifícios que o povo deve ao conforto dos políticos.
Parou.
- Enganei-me. Perdão, perdão – pigarreou, tornou a agarrar no megafone e prosseguiu – que o Povo deve ao seu País. O seu País amado. Pois não é ele amado? Sim, sim!

[Interrupção ao narrador: estou no Metro, a caminho da Revolução, e enquanto escrevo estas linhas, há um Gato que Mia. Ó, portentoso, portentoso sinal! Continuemos.]

-Tudo se deve ao nosso amado País – gritava, com alma, o senhor Bentley pelo megafone. - Há que dar tudo, TUDO!, à Pátria Querida! Portanto eu proponho – avançou o senhor Bentley, já mais calmo e com um tom de voz que parecia tremendamente sensato – um rim.
Calou-se por instantes.
Lá em baixo, aos pés da estátua, já havia malta dispersa, mais ou menos atenta às palavras “daquele gajo ali no topo, deve ser doido, o homem é maluco. Vou ficar a ouvi-lo.” Alguns ergueram o sobrolho, confusos.
“Um rim...?”

-Um rim – continuou o senhor Bentley, aquela suprema besta. - É sabido que os rins, no mercado negro, valem um balúrdio, um balúrdio! - dizia, empinando-se em bicos de pés e a gesticular com a mão livre de modo enfático, para marcar o discurso. O chapéu-de-chuva pairava por cima dele. - Ora se cada Português vendesse, no mercado negro, um rim (pelo amor de Deus, quem é que precisa de dois!) e o dinheiro da venda fosse entregue a 120%, em sede de IRS, ao Nosso Governo Salvador – a cada palavra em punha-se em pontas, falando com grande teatralidade – a dívida seria paga em semanas. Semanas, meus senhores. Que digo eu, dias, dias! Horas!

Houve um idiota ou outro que achou que aquilo fazia sentido.
Findo o discurso, calou-se o senhor Bentley e lá voou para o Terreiro do Paço, onde se divertiu o resto do dia a pegar em pombos e a jogá-los aos discursantes.



sexta-feira, setembro 28, 2012

Writing update


Há alguns dias que não escrevo. Não estou grande vontade. SE tiver pachorra talvez (talvez!) escreva um conto com o Sr. Bentley, espécie de comentário aos tempos actuais... mas acho que não vou ter.

Estou a gozar os diazinhos que me restam antes do início da universidade aberta. Depois vou ter que estudar e arranjar maneira de me disciplinar de maneira a conseguir, também, escrever todos os dias.

Agora:

- passo a limpo o início do livro de não-ficção sobre Portugal e o Futuro (astrologicamente falando). Escrevi aquilo em 2011 e há lá coisas que me parece que acertei. Vou colocar apenas esse início gratuitamente, no blog. Também estou com a ideia de o pôr em formato ebook e disponibilizá-lo grátis. Não é muito. O texto talvez ande pelas cinco mil palavras (mas ainda não sei porque não contabilizei). Eu já colocara parte, antes, no blog e noto que há muito gente que vem cá ler esse texto específico.

Também queria colocar na net em formato electrónico (e gratuito):

- um livro com os meus poemas (que a poesia, actualmente já não me visita muito. A cabra);
- outro livro com a série de textos desgarrados que tenho cujo herói é o Sr. Bentley, aquele doce e inocente (not) velhinho de quem certamente já terão ouvido falar!

E pronto.

/Dunya_out

domingo, setembro 23, 2012

Wordcount: desde 1 de Setembro'12

... até agora:

27.9 k = 27 mil e 900 palavras. Quase 28 mil palavras!

E não levei muito tempo. A média andará entre os 25 a 30 minutos por dia!


Não é muito.
Não é nada! Isto é perfeitamente exequível! 

Ah - se eu fosse assim persistente e sobretudo Consistente todos os dias!!!!!

O livro "Fome Assassina" já tem mais ou menos 61 mil palavras (eu já tinha escrito uma parte anteriormente). Quero ver é as correcções. Devia tê-las feito à medida que ia escrevendo (i. e., escrever um capítulo e depois corrigir outro capítulo de dias anteriores). Assim já teria o trabalho mais facilitado.


*Enfim.*

/Dunya out

terça-feira, setembro 18, 2012

Escrito


Escrevi 815 palavras hoje. Livro Fome Assassina já tem 54k. Ainda não terminei.