quarta-feira, dezembro 29, 2004

Este é um conto que escrevi para o Escreva!, mas como o site está temporariamente indisponível deixo-o aqui.
(A propósito: novidades para breve. Estejam atentos!)

::A Porta no Meio::

Caminho sozinho numa vastidão, paisagem estéril a perder de vista. Do lado direito e esquerdo vejo terra castanha clara sem verde nenhum e à minha frente estende-se um cinzento desbotado do que me parece ter sido uma antiga auto-estrada, mas veículo algum se cruza comigo. Eu caminho no meio. Sei que tanto para a frente como para trás a via afigura-se infinita, mas algo me diz que existe algo em frente. O escape do infinito está lá, à frente. Por isso caminho. Sei que estou prestes a chegar. Posso caminhar durante mil anos, é apenas um segundo; não me canso, não sinto sono nem fome. Continuo a andar. Estou seguro: alcançarei a saída.
No meio da estrada há uma porta de madeira, de aparência gasta, a pintura branca desbotou e tem rachas. Rodo a maçaneta. Entro. Vejo uma sala com um sofá e por cima um quadro que apresenta um tema marítimo: ondas, muitas ondas, espumando no centro do oceano e nem uma gaivota para ver o espectáculo. Ao lado há uma estante vazia e do lado oposto entra luz matinal pela janela. Não fecho a porta. Sento-me no sofá e espero. Pela porta por onde acabei de entrar vejo um buraco rectangular negro em vez da auto-estrada deserta. Só eu podia vir por este caminho e entrar por ela, suponho. Não sei nada, não presumo nada. Ainda não creio em nada. Contento-me com suposições, teorias, a fé é demasiado definitiva para mim, a fé infere estrutura espiritual concluída, edifício completo. Eu ainda só tenho o terreno onde um dia construir esse edifício. E não tenho pressas. Se calhar faço uma piscina.
Pela primeira vez, porque já não ando, aborreço-me. Levanto-me, passeio devagar. Vou à janela. Observo uma imensidão azul. A estante está vazia. Nem tenho leitura para passar o tempo. Estendo-me no sofá e tento entreter-me sonhando acordado. Aborreço-me de novo. O poder imaginativo foi diluindo e não entendo a razão. Sei que não posso retroceder, voltar atrás. Então vou até à parede nua, começo a tactear, fecho os olhos e desejo fortemente. E ali está, outra porta, novinha em folha. Transponho-a e desemboco num quarto com cama de ferro negro onde uma dama verde, vestida de verde, está sentada com um círculo na mão direita. Olha lentamente para mim e torna a concentrar-se no círculo.
- Olá. Sabes onde está ela? Espero há muito tempo – minto.
- Também eu aguardo.
- Isso é o quê?
- A minha oferta.
- Para ela? – estranho.
- Sim.
- Temos de oferecer alguma coisa?
- Convém.
- Mas... ela virá à mesma mesmo sem termos ofertas? – pergunto, baralhado.
A dama verde responde após um longo silêncio que me angustia.
- Vem para instruir sobre a oferta.
- Eu não tenho nada, nada! – digo, crescendo em agonia e caminho em passos curtos e rápidos pelo quarto. – Nada!
A dama pega-me no braço, abre a porta, põe-me no sofá, olha em volta e descobre algo perto da estante. Baixa-se e levanta um livro velho, cheio de poeira. Entrega-mo. Está em branco.
- E agora?
Ela encolhe devagar os ombros e o seu rosto permanece plácido. Antes de sair, pergunto:
- Se... quando eu tiver uma oferta ela virá?
- Sim, a morte virá.
E sai.
Espirro por causa do pó a cobrir a capa. Limpo-a com o braço. Passo as mãos pelas páginas níveas. De súbito a imaginação fértil que eu julgara perdida retorna e pouco a pouco vou sorrindo, sorrindo, enquanto a primeira folha branca se enche de símbolos.




Inspiração: Like a Stone, dos Audioslave.
[Mal acabei de escrever, a canção passou na rádio. Synchronicity in action!]

quarta-feira, dezembro 22, 2004

segunda-feira, dezembro 20, 2004

Bom, este texto será apenas publicado no Escreva! dia 22, mas apeteceu-me pô-lo aqui antes.

(Exercício: não usar adjectivos.)





O senhor Bê na praia tem o costume de empoleirar-se em cima dos castelos de areia construídos por petizes. Por hábito tira os sapatos, coloca-os lado a lado, antes aperta os laços; de seguida retira as meias, uma de cada cor, às vezes da cor das nuvens e do sol, outras do tronco do castanheiro e da flor do lilaseiro, hoje da cor da alface e do sangue (ele enaltece a bandeira de Portugal sempre que pode, embora em ocasiões confunda o hino dos lusos com o dos nazis e desate a erguer o braço direito como um foguete. Não admira a artrite) e dispõe-as ao lado dos sapatos. Levanta a bainha das calças até aos joelhos e, pegando no guarda-chuva como se fosse um espadim, avança para o castelo da vítima e remete contra os torreões, bramindo:
- Toma! O Reino jamais será teu, mouro!
(O senhor Bê folga fingir-se cavaleiro em luta contra a mourama, nos tempos da Reconquista.)
Após a investida de início, salta para cima do castelo e calca, pulando como uma rã em cima do alvo até desfazê-lo e no lugar sobrar apenas areia. Ao petiz escorrem-lhe as lágrimas, quase não consegue respirar devido aos soluços e fungos. Corre numa gritaria até aos pais, queixando-se da queda do seu castelo frente a um velho.
No entretanto o senhor Bê calça os sapatos e meias (não por esta ordem), pira-se e lentamente passeia à beira-mar, gozando a reforma e inalando o ar do oceano.

terça-feira, dezembro 14, 2004

Eu quero neve pelo Natal.

Alguém sabe o que quer dizer Pé-Terra?
Desafio da semana: Palavra proibida - porque



Título: Palavra proibida - porque

Modalidade: Prosa



Prazo: 7 dias (até 12-12-2004)




Estrada

Então pois eu bem vi a raposa a oferecer um prato de lentilhas e grão cozido à galinha e a estúpida foi! Atravessou a estrada e zás!, levou logo o remédio para a tosse, a parva. Agora vai-se atravessar a estrada por um reles prato de lentilhas?! Ainda se fosse por umas cenourinhas, hum, apetitosas. Vá lá, uma saladita de alface, couve roxa, cenoura e salsa, marchava. Ai isso já marchava logo.
- Psiu, vizinha, ó vizinha!
- Hã, é comigo?
- Sim! Eu vou almoçar agora. Quer a senhora Dona lebre partilhar o almoço comigo?
- Consigo, Dona raposa? É uma óptima ideia, mas infelizmente não posso.
- Não pode?
- Não posso.
- Então?
- Ali o senhor lobo já me tinha convidado para uma festa e disse que tinha uma surpresa para mim. Adoro surpresas! Até mais logo, Dona raposa!
- Pois, pois. Adeusinho, adeusinho...
Desafio da semana: SMS


Título: SMS

Modalidade: Livre (prosa ou poesia)

Prazo: 7 dias (até 12-12-2004)


Descrição: O
que consegues escrever numa SMS?





Zé trabalhou quarenta anos anos. O cancro deu-lhe três anos de liberdade e um de sangue.
A morte libertou-a.

quinta-feira, dezembro 09, 2004

Países que aplicam e executam a pena de morte a crianças

São cinco os países que, desde o ano 2000, condenaram crianças e jovens à pena de morte e as executaram: China, República Democrática do Congo, Irão, Paquistão e Estados Unidos. Filipinas e Sudão têm crianças condenadas mas não procederam à sua execução.



Nojento.

quarta-feira, dezembro 08, 2004

Lançamento de As Não-Metamorfoses de Alexandre Andrade, editado pela errata, dia 10 de Dezembro às 18h30,
na sede do Clube Português de Artes e Ideias em Lisboa, Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 29, 2º.
Apresentação de Alexandra Lucas Coelho e José Mario Silva.

segunda-feira, dezembro 06, 2004

Desafio da semana: Paisagem inesquecível

Título: Pôr-do-sol

É um laranja-fogo, fogo contido, aéreo e imóvel, a rodear o sol, círculo perfeito, meio laranja, meio amarelado. Adoro o espectáculo. Pouco a pouco vai encobrindo-se por detrás do monte castanho, vestido com o escasso verde das ervas rasteiras. O círculo transforma-se em meio círculo e depois, quase no fim, num gominho minúsculo. Por cima o céu permanece azul como se fosse dia, apesar do sol ter já ido dormir. Alguns fiapinhos brancos pontuam o azul, claro rente ao solo e ficando progressivamente mais escuro quando os olhos se levantam para cima, para o tecto estrelado da Terra. Muito bonito.


Desafio da semana: Cadeia de palavras


Molgraine

Molgraine, malabarista (mareografista), malhou.
Manco, maleita mascarou.
Mangrou-se: má manobra!
- Mano, matou-te [a] manipulação!

quinta-feira, dezembro 02, 2004



Aurora borealis.

Desafio do mês: Descrição de uma cena

O meu texto, abaixo.

Título: MAÇO


O gato branco torceu os bigodes, incomodado com o fumo quando viu acender o cigarro. Deu um salto para cima da secretária e abocanhou o maço de tabaco, fugindo com ele.
- Então...?
Ela seguiu-o. Viu o gato dar balanço para cima do lava-loiça e percebeu-lhe a intenção de arremessar o tabaco na água. Conseguiu interceptá-lo a tempo de o impedir, mas ele pisgou-se para o quarto, pulou para o armário e daí para o guarda-fatos. Aí ficou com a sólida recusa em sair.
“Sacana.”
Ela fez um trejeito com a boca, enrugou a testa e foi a correr buscar o escadote que costumava usar para trocar lâmpadas fundidas. Subiu cuidadosamente, tinha movimentos lentos e precisos. Quando os olhos do gato ficaram ao nível dos seus estendeu devagar a mão esquerda para o maço, pousado entra as patas felinas. O gato parecia indiferente aos avanços da bípede, mas a centímetros de alcançar o prémio ele empurrou o maço para o chão e pulou para baixo. Ela desequilibrou-se, temeu cair de costas, mas conseguiu segurar-se a tempo. Desceu furiosa o escadote, mas ele já ia a voar pela porta, o maço preso firme à boca escancarada. Quando o alcançou só foi a tempo de ver o maço completamente encharcado na água do lava-loiça, onde pusera pratos de molho.
- Sacana. Não pões pé na rua hoje.
O gato abanava a cauda, vitorioso.
Desafio do mês: Tema livre

Aqui fica o meu texto.

Título: Obras ou Odeio Arranjar Títulos

Homens das obras. Clínica, ir à clínica (isto é free-writing). Trocar penso. Free writing ou algo parecido, algo por aí. Magoei-me na mão a fazer o jantar. Faca de serrilha. Cortei a palma da mão esquerda, por pouco não acertei no tendão que move o indicador. Sorte - ter sido na esquerda. Sorte - não ter apanhado o tendão. Sorte, sorte, sorte. Next time I fall in love: adorava esta música anos atrás. Mas a malta cresce e aprender a gostar da Britney (uma Deusa). Que ninguém me diga o contrário. Uma Deusa. Free, free, free writing. Já não há muito free por aí, não é verdade. O contra-informação no outro dia foi cortado a meio "sem querer" ou quê? Santanetes, badanetes. Estesgajospensammesmoquevãoficarmaisumaporradadeanos. Que estúpidos. Isto já deve ter cem palavras. Sem palavras. Texto sem palavras. O free writing é giro, escrever o que nos der na gana, escrever por aí fora, como se tivéssemos uma caneta e a auto-estrada fosse o papel. Na tua casa desejo estar. Like a Stone. Adoro esta música. Mas a Britney continua a ser uma deusa (uma Deusa) Agora enganei-me e escrevi bRitney.
A quanto é que estão os. Agora esqueci-me do que ia a dizer. Ou mudei de ideias, não importa. Santanetes-badanetes. A bandana do Santana. Certo, aquele, o actor. Agora você, vocemessê (vossa mercê, excelência, doutor, engenheiro) estava a pensar que eu estava a falar do Outro?! Não seja parvo, homem. Claro que não era do Outro. Acreditam que se eu tratasse um juiz por "senhor doutor engenheiro" o tipo me podia processar por considerar o tratamento "ofensivo"? Esta coisa das "injúrias contra a ofensa e moral" é apenas outro nome que mascara a falta da liberdade de expressão.
Adiante. Afinal, Espanha está aqui mesmo ao lado.

quarta-feira, dezembro 01, 2004

O que é que eu estou a fazer aqui a estas horas?
Dói-me as costas, não sou capaz de dormir.
Au.

Mas ao menos tive uma notícia boa! Eleições, eleições, eleições!!


Vá lá, políticos com Ética, apresentem-se, porra! O país precisa de vocês!
Eu sei que existem, Têm de existir!
ELEIÇÕES ANTECIPADAS!

Porra, Até Que Enfim!

terça-feira, novembro 30, 2004

(...)
SPA
Sede vandalizada esta manhã



A sede da Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa, foi, segunda-feira, vandalizada, por isso, durante algumas horas, trabalhadores e administração foram impedidos de exercer as suas funções, avançou a agência Lusa.

As portas do edifício da Sociedade Portuguesa de Autores foram coladas, mas uma empresa de chaves e a empresa responsável pela colocação das portas na sociedade conseguiram abrir uma das portas laterais.

Segundo Ribeiro Cardoso, assessor da administração, trata-se de mais uma tentativa de desestabilização da Sociedade a acrescentar a tantas outras que têm acontecido como telefonemas anónimos, cartas a cooperantes deturpando o que se passa, entre outras.


in: http://dn.sapo.pt/2004/11/29/ultimas/sociedade_portuguesa_de_autores.html

segunda-feira, novembro 29, 2004

E aqui ficam mais duas editoras novas portuguesas para juntar à lista.

Ariadne editora (Blog.)

Vislis Editores.


==============
(E, mudando de assunto.)
Se puderem telefonem primeiro para perguntar se a editora (seja ela qual for) está ou não a aceitar manuscritos.
Por exemplo, pelo que me foi dito por contacto telefónico, a Assírio e Alvim não está a
aceitar nada. Mas, se tiverem uma cunhazita: aproveitem!

(Usei a minha "cunha" há uns meses atrás e não deu em nada, snif. Noutra editora.)



quarta-feira, novembro 24, 2004

Já Agora!

Já Que Estão Com A Mão Na Massa, Meus C*brões, Aproveitem!

Idiota

Ideia: Portagem para entrar em casa.


Que tal fixar portagens à entrada das casas? A ideia é simples e altamente rentável, os contribuintes para poderem entrar nas próprias casas, teriam que depositar uma moedinha. Como sugestão, apresento desde já uma possível tabela de preços: Residentes - 0,50€ Familiares não residentes - 1€ Visitas convidadas - 2€ Visitas indesejádas - 50€ Vendedores porta-a-porta - 100€ Credores - 1500€ Bem... como uma ideia destas, e com actualizações anuais tendo como como base a "produtividade", "inflação","deflação" e todas esses indicadores da treta, isso é que seria factuarar. E não diga o amigo contribuinte que não sai a ganhar com uma proposta destas. Esta seria a solução legal para correr com as tais visitas indesejádas, vendedores, credores e até mesmo dos familiares com menos recursos...

domingo, novembro 21, 2004

Uma amiga, advogada, sobre o caso Casa Pia: "Aquilo vai andar até chegar às prescrições, vais ver."

sexta-feira, novembro 19, 2004

Os Marretas!

Cliquem, vale a pena.

(Será manamana...?)
Só agora vi este cartoon. 'Tá. Demais. :D



(Via WOW)
Não percebo tamanha fixação com o Pepe Le Pew. Montanhas de gente à procura de imagens dele no blog. O que é que se passa? É alguma parafilia? (Esta palavra é tão bonita.)





(Via Planície Heróica.)
Pedro namora:
"Quando o Bibi foi detido exigia-se uma pena exemplar. Mas quando foi o Carloz Cruz, começou a discutir-se o Código Processual Penal."

In Correio da Manhã. Hoje.


















Pois.

quinta-feira, novembro 18, 2004

Há desafios novos no Escreva!

Vão até lá, pratiquem a vossa escrita.
O Senhor B. é mau, mau que nem as cobras. Dez minutos. De Escrita Livre (?) ou Escrita Automática. Parece que os espíritos nos falam através da escrita automática. Não sei. Usa-se como técnica. Usa. Pois. Que porcaria qu’isto está a ficar, porra. Ora o Senhor B. Não posso dizer o nome ainda. Gosto tanto do gajo. Sério. Ao longe, ao perto. A minha melhor personagem! Adoro o tipo. É mau. Como as cobras. ‘Tadinhas das cobras. Uma editora disse: sim, se pagar metade. Eu: não, obrigada. Não há guito, não há cascalho. Se o tivesse publicava-o sozinha, meus lindos. Outra editora disse que sim e depois não disse mais porra nenhuma. Uma coisa que eu gosto tanto. Águas de bacalhau. Ultimamente ando a comer mais salmão. O Senhor B. Mau. Mauzinho, marotão. Não cuspa às criancinhas. Não use pombos como armas de arremesso. Ai, o malandreco. Fui tirar os pontos. Cortei-me no outro dia. Free writing, escrever tudo o que nos passa pela tola. Não corrigir. Acho que vou corrigir. Depois comecei a mandar o Senhor B. a outras editoras. A Asa devolveu sem ler porque “não se coaduna com a nossa...”. Não me lembro. Publicação? Estilo. Algo do tipo. Maldita memória. Telefonei a outra. Disseram: mande por e-mail. Mandei. Enfim. Não quero morrer sem ver aquele livro publicado. Aquele, aquele tem de ser. Oito minutos nisto. Escrita automática. Mexo a caneta, movimento-a. Penso: se tivesse cortado o tendão do indicador direito como escreveria? Junto o anelar e o polegar numa pinça. Daria? Para? Talvez. Com o hábito. Nove minutos. Pisco-pisco. Isto não é suposto ser fácil. E leio, algures: a vida é alegre. Whatever. Ou melhor: é suposto vivermos em alegria. Pois, é possível – com uma grande pedrada em cima. Cepticismo. Uma amiga certa vez chamou-me de cínica. Eu? Céptica, sim, mas cínica? Onze minutos. Eish. G’anda pratada.
Como não consigo escrever nada, vou tentar este método:

"Automatic writing is the most direct of Surrealist techniques.

Sit at a table with pen and paper; put yourself in a 'receptive' frame of mind, and start writing. Continue writing without thinking of what is appearing beneath your pen. Write as fast as you can.(...) in the purest version of automatism nothing is 'corrected' or re-written the unexpected material produced by this method can be used as the basis for further composition. What is crucial is the unpremeditated free association that creates the basic text."


http://www.duke.edu/web/lit132/automatic.html

quarta-feira, novembro 17, 2004

Dano Colateral
(via Médico Explica Medicina a Intelectuais)
Fonte: http://jornal.publico.pt/2004/11/17/Cultura/C03.html


SPA Apela ao Protesto dos Autores
Quarta-feira, 17 de Novembro de 2004

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) diz que nada vai mudar na polémica proposta de corte dos benefícios fiscais dos autores, prevista no Orçamento de Estado para 2005, "se estes não se mexerem". Esta afirmação foi feita ontem por José Jorge Letria, vice-presidente e administrador-adjunto da SPA, após uma audição na Assembleia da República perante a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura na Assembleia da República.

"A SPA está numa posição privilegiada para agir, mas se os autores lesados não exercerem a sua pressão no poder político, há poucas esperanças de algo mudar". José Jorge Letria acrescentou saber que "para os políticos, defender estas ideias não é popular": "No contexto de crise que atravessamos é complicado para as pessoas compreenderem o investimento na cultura. Daí a importância de ter autores portugueses a dar entrevistas e a criticar esta visão do autor como um cidadão de segunda."

Já Pedro Alves, deputado do PSD presente na audição, argumentou que o corte dos benefícios fiscais dos autores "é uma medida de solidariedade para com o povo português, não de desprezo aos autores". João Abrunhosa, deputado do PP, reiterou esta posição e lembrou que "os benefícios fiscais não são a única forma de ajudar os autores".

Com este ponto concordou Pedro Osório, administrador-adjunto da SPA, referindo, no entanto, "que os benefícios fiscais eram o único 'bombom' a que os autores se podiam agarrar, num país em que nem sequer temos medidas de incentivo à valorização profissional (por exemplo, descontos na compra de instrumentos e materiais necessários à produção artística)".

Na audição, a SPA aproveitou também para discutir outros problemas relacionados com a defesa dos direitos do autor, como o combate à pirataria. "A SPA quer promover a ida de autores reconhecidos às escolas para fazer pedagogia anti-pirataria - é preciso explicar às crianças que comprar um CD pirata é o mesmo que roubar um disco de uma loja", frisou Letria. Outra questão abordada foi a Lei de Protecção da Música Portuguesa, que impunha uma taxa de 40 por cento de música portuguesa nas rádios nacionais e foi aprovada por unanimidade em 1981, mas que nunca chegou a ser regulamentada. Osório deixou a pergunta: "No ano passado discutiu-se novamente o assunto, houve reuniões parlamentares e ficou prometida uma lei adaptada à nova realidade. Essa lei ficou no tinteiro. Que forças são estas que impedem que esta lei seja aplicada?"

quarta-feira, novembro 10, 2004

Desafio do mês: Descrição de uma cena (Abre em nova janela.)

"Título: Descrição de uma cena

Modalidade: Narrativa

Prazo: 20 dias (até 30-11-2004)

Descrição: Em 600 palavras (aproximadamente uma página) no máximo, descreva uma cena em que OBRIGATORIAMENTE terão de entrar as palavras 'ela', 'cigarro' e 'gato' pelo menos uma vez.

Queremos ver muita originalidade e boa escrita! Dia 1 de Dezembro os textos serão publicados."


Vá lá, Toca a Participar!
ATENÇÃO!

ATENÇAO! NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA!

Abriu o site Escreva! É favor registarem-se para participar!

domingo, novembro 07, 2004

Uma palavra. Quinze minutos para escrever sobre ela. Uma comunidade no Livejournal. Em inglês, pois claro. É sempre na merda do inglês, estas coisas Nunca existem em português. Nunca. Irrita-me a falta de visão dos tugas. A falta de vontade, a falta de coragem, a falta de colhões.
Ok, não há uma comunidade em português dedicada a algo tão Intensamente Trivial que eu, ok, que se lixe – vou dedicar uma entrada a este assunto.
E gastar quinze minutos a escrever sobre ele.
Porque sim, porque me apetece. Catano.
Os americanos, os ingleses, essa malta toda que, tipo, domina o mundo, têm a
Original ideia de treinar a escrita. Fazem concursos entre eles. A fifteen minute word challenge! A thirty minute fiction challenge! Treinam o músculo.
Nós não. Nós somos etéreos. Nós somos puros. Nós somos essa merdinha toda que nunca leva a lado nenhum. Porra, hoje apetece-me pensar que se calhar eu devia ter, pelo menos, nascido em Espanha. Pelo menos.
Portugal, Portugal, Portugal – do que é que me serves?
Ok, uma palavra. Uma palavrinha. Qual? Pátria? Mátria, quiçá, fosse preferível. Se esta fosse a nossa Mátria talvez a malta fosse melhor tratada.
Arte. Expressão artística.
UmaPalavraUmaPalaUmaPalavra.
Não consigo pensar agora em nenhuma, porra.

[/rant]

E gastei nove minutos nisto, a computador.
Escrever é uma forma socialmente aceitável de esquizofrenia.
(Onde é que eu li isto...?)



Um dia quero fazer uma obra de arte com Todas as minhas cartas de rejeição.
Tipo, uma colagem, sei lá. ALGO.
Stolen from here.

"Choose Life. Choose a hobby. Choose an avocation. Choose a writer's group. Choose a fucking fast laser printer. Choose magazine subscriptions, pens, mp3 playlists and paper by the box. Choose good ergonomics, split keyboards, and repetitive stress injury. Choose WorldCon membership payment plans. Choose a story tracker. Choose your friends. Choose LiveJournal and RSI feeds to Neil Gaiman. Choose a Dell all in one laptop with Windows XP and Microsoft Word. Choose wordcount dailies and wondering who the fuck you are on a Sunday morning. Choose sitting on that chair watching the first time you understood what death was become material in your next sure to hit the pro markets novelette. Choose scaring the shit out of people who don't understand writers as you hit the bottle, talk about imaginary people as if they were talking to you right now, and admire your wall of rejections.

Choose your future.

Choose Life.
"

quinta-feira, novembro 04, 2004

Olhem que giro.

"Pseudónimos de Camilo [Castelo Branco]

Na sua longa carreira de profissional das letras, Camilo assinou os seus trabalhos com vários nomes:

1849:
O Cronista
Fouché
Ninguém
Saragoçano

1849/51:
Anastácio das Lombrigas

1850/51:
Carolina da Veiga Castelo Branco

1851:
Anacleto dos Coentros

1852:
AEIOUY
C.da Veiga
A Voz da Verdade

1853:
Visconde de Qualquer Coisa

1854:
O Antigo Juiz das Almas de Campanhã

1855:
José Mendes Enxúdio
D. Rosária dos Cogumelos

1856/58:
João Júnior

1858:
Manuel Coco

1858/59:
Modesto

1861:
Felizardo

1887:
Egresso Bernardo de Brito Júnior

Sem data:
Arqui-Zero"

(Fonte: Literatura - C. C. Branco)

Reinvindico para mim o Anacleto dos Coentros (no feminino, pois claro) e o Visconde (Viscondessa) de Qualquer Coisa.



Este gaijo tem graça.

(Terá namorada...?)

Estagiários distribuídos com o 24 Horas

De forma a reduzir o ócio e também com o intuito de aumenta a experiência profissional dos novos homens do Direito, o jornal 24 horas e o governo, através do Ministro da Justiça, José Pedro Aguiar-Branco, celebraram um acordo que visa a distribuição de Advogados Estagiários pela população carenciada. Agora, qualquer pessoa pode levar um advogado estagiário para casa desde que, à quinta-feira, pague mais 8,90 Euros pelo 24 horas.

quarta-feira, novembro 03, 2004

O problema com os americanos é que eles nunca se elevam à ideia que nós temos deles.

O que fica mais uma vez provado ao elegeram pela Segunda Vez o Bush.

sexta-feira, outubro 29, 2004

Para melhor escrever: não ter expectativas.
Não esperar nada em troca.
Escrever apenas.



quinta-feira, outubro 28, 2004

Fodeu-se :( (Melhor: foderam-no.)

Parece que a Outra Senhora está a voltar, a grandessíssima cabra >:[

quarta-feira, outubro 27, 2004

[Atenção: isto é ficção!]

Projecto Para Deixar de Comer Meninos


Hoje é dia 14 de Setembro e eu confesso-me meninoólico ou, como se diz em inglês, kidoholic, a tentar terminar o vício antes que o vício me termine a mim.
Levanto-me e digo:
- Hoje comi um menino e não vou comer mais! Hoje comi um menino e não vou comer mais! Hoje comi um menino e Não Vou Comer Mais!
Resta-me convencer o sacana do corpo e da mente – to kick the habit.

15 de Setembro

Comi o menino e dois minutos depois comecei logo a espirrar. Interessante conexão. Aparentemente o Governo, composto pelas luminárias mais (in)competentes cá do burgo, resolveu aumentar os impostos sobre o tabaco. Quanto custará um maço de cigarros daqui a uns meses? Cinco euros? Mil marrecos? São espertos, os gajos, vão para o vício que tantos são incapazes de largar. O que me traz aos meninos. Porque não terá ainda nenhuma luminária a brilhante noção de taxar meninos como se taxa o tabaco? São dois vícios que muitas vezes se acompanham, dois hábitos que os consumidores não conseguem abandonar. Logo, é bater neles enquanto se pode! Qualquer dia comer meninos será taxado tal como o tabaco e provocará a desaprovação geral, atitude politicamente correcta de que hoje o tabaco é vítima. A verdade é que tudo isto faz-me rir à gargalhada. O consumo de meninos é um veneno para o corpo e para a mente. Não consigo nem imaginar a dificuldade de deixar o tabaco quando eu nem sou capaz de me abster de comer meninos. Hoje já comi um, o segundo menino completo de acordo com o meu plano de vinte e oito dias. Amanhã será a vez do terceiro menino que poderei consumir do princípio ao fim. Aquele maravilhoso veneno que me fode o corpo e a vontade. Depois começo a cortar: meio menino durante uns dias; algumas trincadelas miúdas a seguir até que virá a altura em que abandono o vício por fim. Mas os poucos testemunhos que li na Net referem a imensa dificuldade em largar o hábito, passaram meses para fazê-lo. Meses. O meu plano tem cerca de um mês. Conseguirei? Ai Deus, quero tanto. Tenho de agir na assumpção de sim, de que consigo.


Ando a sentir-me muito “edgy” (incapaz de parar, com grande energia e não saber onde gastá-la, mas uma energia espiritual e menos física) o dia todo. Veremos como será amanhã.


16 de Setembro


Um menino comido hoje. São 18h33 e não fui ainda assolapado com vontade de comer nenhum outro. Ontem dormi, ai, tão bem... Hoje foi, de acordo com o meu plano, o último menino inteiro que comi. A partir de amanhã como metade do menino e após quatro dias apenas uma trincadela ou duas. Esse é, de resto, o plano. É melhor chamar a isto projecto porque um projecto tem uma conotação no definitivo e ao mesmo tempo pensa-se em fases. Plano parece descrever algo que à partida tem mais hipóteses de falhar. Não se diz working plan, mas working process. Projecto é mais um processo. Tal como a guerra em que se podem ganhar as batalhas todas e mesmo assim dar a vitória ao inimigo. Se eu falhar agora sei que posso continuar e – falhar noutra altura, mas falhar mais perto do objectivo. Falhar até que a vitória me pertença. É um processo. Leva tempo. Largarei o filhodaputa do vício.
Nota: beber muita água ajuda. A água limpa as toxinas do corpo, controla a fome e parece controlar-me a ânsia de trincar outro pedacito do adorável veneno.
Há que fazer uso de todos os truques para primeiro controlar o corpo e depois reeducá-lo. O corpo e a mente.
Hábitos. Vícios. Li algures que o cérebro, se repetirmos uma coisa muitas vezes, traça percursos neuronais (não sei se é a expressão correcta). Tipo: forma atalhos. Dar cabo do vício é dar cabo desses atalhos, deixando de os usar, como uma estrada abandonada que em pouco tempo (quem dera!) é invadida por ervas e folhagens; e construir novas vias. E usá-las – para não cairmos na tentação de usar a estrada antiga nem deixar que a nova deixe de existir por falta de uso. Na infância aprender novas funções (como tocar trompete) é mais fácil porque o cérebro é maleável; em mais velhos o mesmo não se passa e demora-se mais tempo a aprender a tocar um instrumento musical. Porém, é possível. Muita gente o faz. É bom para o cérebro que precisa do exercício.

17 de Setembro

Comi meio menino. Ontem dormi tão bem! Mesmo comendo um menino por dia afasto os sintomas da insónia.

18 Setembro

Meio menino. E um chocolate inteiro. O chocolate também é um veneno, mas porra, do chocolate não abdico.

19 de Setembro

Meio menino. Bom, sou capaz de ter ultrapassado a quota hoje. Amanhã é o último dia do meio menino. Depois serão cinco dias a consumir pedacinhos miúdos. Duas, três trincadelas. Se tanto. Pensei em intercalar esses dias, o que na prática dará dez dias: um dia como, outro não; e depois repito. Ficará, talvez, mais fácil de abandonar por completo o vício.


20 de Setembro

Meio menino.


21 de Setembro

Quatro trincadelas. Comecei também a comer meninas à noite e agora passa da uma da manhã e eu não consigo dormir! As meninas são um veneno, mas, descobri, possuem-no em quantidades inferiores ao dos meninos e o consumo regular de meninas tem vantagens comprovadas para a saúde. Mas, penso, há que comê-las durante o dia.
Amanhã: dentista! Ó, ocasião festiva!
Not.


24 de Setembro

Quatro trincadelas, tal como ontem. Aumentei o meu consumo de meninas.

25 de Setembro

Meio menino.

26 de Setembro

Devido a uma dívida de cinco cêntimos decidi que hoje seria (e não ontem) o último dia em que como meninos. Afinal não havia dívida nenhuma. Não faz mal. Foram quatro dentadas bem dadas. Não prevejo abandonar o consumo de meninas.


26 de Outubro

Livre! Livre finalmente do vício! Há um mês deixei definitivamente de comer meninos. Estou tão orgulhoso de mim. E comer meninas fez de mim um homem infinitamente mais saudável.






Escrever na primeira pessoa é-me difícil: quero contar tudo o que a personagem não vê, nem sente nem sabe e isso é impossível na primeira pessoa do singular. Obrigo-me, agora, a transcrever para a primeira pessoa parte do que escrevi dias atrás na terceira – mas não funciona. Sinto que falta sempre alguma coisa. Talvez não seja esta a obra para tentar verdadeiramente essa voz narrativa. Espero. Espero por outra voz, outra personagem, outro tempo. Espero por outra voz que se junte à que eu costumo usar e onde me sinto confortável.

terça-feira, outubro 26, 2004

"House VIII in Gemini

If she is a writer, a painter or involved in another of the Arts, and if fame doesn't come when living, then it will come posthumously."


Posthumously.
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Entrada muito interessante. Leiam.

As Mulheres, o islão e certa islamofilia do ocidente

domingo, outubro 24, 2004

Ontem a bolinha no canto superior direito num certo programa da Sic era porquê? Porque entrevistaram o Carlos Cruz...?

Epá, não sei, 'tou só a perguntar.


Futurologia: ElesVãoSeSafarTODOS. (Menos o Bibi.)

Sou bruxa, vão ver.
O relatório do SIS sobre a pedofilia.

Leiam.

quarta-feira, outubro 20, 2004

"The following pictures reveal the truth about the barbaric attacks that were done by the United States of America's Armed forces against the Iraqi civilians in Southern Iraq. The United States used what is called "Uranium Bombs" against the unarmed Iraqi Civilians."

Imagens muito fortes.

segunda-feira, outubro 18, 2004

Visitem :)

Carlos Franquinho blog.



[Isto Não É Meu]

“- Não é uma coisa curiosa a posteridade – quase como jogar na lotaria? Será que o infeliz Guillotin, um médico e um filantropo, merecia que o seu nome ficasse para todo o sempre associado a uma máquina de cortar cabeças? É muito injusto. Enquanto outros nomes, como, digamos, Simão e Onan, devido a um mero acto fugaz, se petrificaram em conceitos de ignomínia. E essa Xantipa? Provavelmente a única justa aos olhos de um vagabundo entendido na vida da cidade.


Em contrapartida, temos esse felizardo do Maréchal Niel, que ainda cheguei a conhecer bem, e que não passava de um grande maçador. Não há nada mais desinteressante do que esses generais do Segundo Império, que se desvanecem na memória como sombras – imitações de uma imitação. Aquele comandou em Sebastopol, uma das carnificinas mais estúpidas de que há memória, e incentivou à adopção de uma arma ainda mais mortífera do que as existentes, e com tal zelo o fez que nisso encontraria a morte. Tudo, e mais o seu livro sobre a guerra da Crimeia, se afunda no merecido esquecimento. E que acontece? Um jardineiro genial não é que vai baptizar a mais bela rosa da sua cultura com o nome de «Maréchal Niel»? Assim se logrou um enxerto : enquanto o rebento histórico vai mirrando, esta flor desabrocha nos jardins em todo o seu esplendor mítico. Daí em diante esse nome ficou milagrosamente associado a um perfume e a uma cor. E é assim que sempre acontece – só poucos são dignos da sua fama.


Ducasse gostava de se entregar a tais puzzles, que lhe serviam para preencher as lacunas do seu tempo, precisamente como agora, enquanto escolhia flores numa florista(...).”

in “Um Encontro Perigoso” de Ernst Jünger, Difel, Págs. 38-39.

sexta-feira, outubro 15, 2004

Esta noite sonhei outra vez com aranhas. Montes de aranhas, de todos os feitios e tamanhos, caminhando por uma rede horizontal de teias, como se fossem estradas interligando-se.

Cada vez que sonho com aranhas, são sempre em maior número do que no sonho anterior.

quinta-feira, outubro 14, 2004

Blogs da Assembleia da República.

Quando é que o Paulinho das Feiras começa a escrever lá...?
Ou o nosso (nosso uma porra eu não votei no gaijo) Primeiro?

Era giro se cada um dos deputados fosse obrigado a ter um blog e a escrever nele todos os dias.

>:)

sexta-feira, outubro 08, 2004

quinta-feira, outubro 07, 2004

Há uma rola na árvore da vizinha, árvore que dá para o meu quintal
(e umas ameixas muito boas quando é tempo delas). A rola não é da vizinha.
Eu aproximo-me e ela não tem medo. Está encavalitada num ramo e encolhida.
Prepara-se para passar a noite ali. No muro, mesmo encostado à ameixoeira, deixei
pedaços de maçã e... alpista dos periquitos, não sei se come aquilo, mas
é o que se arranja. Tivesse avisado antes que vinha.
A rola tem uma anilha na pata e uma risca negra na parte de trás do pescoço, uma
espécie de semicircunferência. Não tentei agarrá-la se calhar é por isso que não tem medo.
Foi engraçado a maneira como chegou: aterrou no muro, depois empoleirou-se na árvore
e escolheu um ramo mais confortável. Vou deixá-la em paz.

quinta-feira, setembro 30, 2004

Houve um fogo ontem perto da zona onde habito. Aqui deixo duas fotos.
(Também tenho um video, mas não consigo arranjar um raio de um servidor gratuito
onde o colocar.)

Foto 1.

Foto 2.

CHOVE, PORRA!
This site is certified 61% GOOD by the Gematriculator
Facto sobre mim: eu sou paranóica. Não abro anexos nem de pessoas amigas, que conheço em IRL (in real life).

[Prontos, era só isso.]


quarta-feira, setembro 29, 2004

Cum caracinhas :[ Tirei fotos com a Mustek Gsmart e agora a porcaria do viewer não funciona >:(

segunda-feira, setembro 27, 2004

The Hierophant Card
You are the the Hierophant card. The Hierophant,
called The Pope in some decks, is the preserver
of cultural traditions. After entering The
Emperor's society, The Hierophant teaches us
its wisdom. The Hierophant learns and teaches
our cultural traditions. The discoveries our
ancestors have made influence the present.
Without forces such as The Hierophant who are
able to interpret and communicate traditional
lore, each generation would have to begin to
learn anew. As a force that is concentrated on
our past and our culture, The Hierophant can
sometimes be stubborn and set in his ways. This
is a negative trait he shares with his zodiac
sign, Taurus. But like Taurus he is productive.
His traditional lore can provide a source of
inspiration for the creatively inclined, and
his knowledge provides an excellent foundation
for those who come into their own in the
business world. Image from: Morgan E.
Cauthers-Knox.
http://elfwood.lysator.liu.se/loth/m/o/morganc/morganc.html


Which Tarot Card Are You?
brought to you by Quizilla

Novidades! Meus windos, windos sacaninhas, novidades fresquinhas a sair do forno!

Mas só digo daqui a um mês, hehe... :)

domingo, setembro 19, 2004

noiseformind

"Extremamente desapontado com a atitude do Governo deste país resolvi começar a fazer online e GRATUITAMENTE a distruibuição da pílula RU-486 abortiva. Pra isso basta que contactem noiseformind@hotmail.com"
«Sim. Olhe, eu não sei quem o homem era, mas pelo que percebi era uma pessoa muito difícil. Ela diz que gostava da cara dele, das mãos e da maneira de falar, e pensou que era divertido fazer com que ele a cortejasse – porque ele tinha um ar todo intelectual, sabe, e é sempre um espectáculo ver um indivíduo assim, requintado, distante, inteligente, pôr-se de repente de gatas e a dar ao rabo. Mas o que é que se passa, cher Monsieur
«O que é que a senhora está para aí a dizer?», quase gritei. «Quando ... Quando e onde é que isso aconteceu, esse caso?»
«(...) Não me dei ao trabalho de lhe perguntar nomes e datas, e se ela na altura mos disse, já os esqueci. «E agora, por favor, não me faça mais perguntas: estou-lhe a contar o que eu sei, não o que você gostaria de saber. Não me parece que esse homem fosse seu parente, porque não era nada parecido consigo – tanto quanto eu posso ajuizar, é claro, pelo que ela me disse e pelo que sei de si. Você é um rapaz simpático e impulsivo – e ele, bom, ele estava longe de ser simpático – tornou-se positivamente desagradável quando descobriu que estava a ficar apaixonado por Helene. Oh, não, ele não se transformou num cachorrinho de colo sentimental, como ela esperava. Disse-lhe amargamente que ela era reles e inútil, e depois beijou-a para ter a certeza de que ela não era uma figura de porcelana. Bom, e não era. E depois descobriu que não podia viver sem ela, e ela descobriu que já estava farta de o ouvir falar dos seus sonhos, e dos sonhos dentro dos seus sonhos, e dos sonhos dentro dos sonhos dos seus sonhos. Olhe que eu não os condeno nem a um nem a outro. Talvez tivessem os dois razão, talvez nenhum deles – mas, sabe, a minha amiga não era a mulher vulgar que ele julgava – oh, era uma pessoa muito diferente, e sabia mais acerca da vida, da morte e dos outros do que ele julgava que ela sabia. Sabe, ele era aquele tipo de homem que acha que todos os livros modernos são uma porcaria e todas as pessoas jovens e modernas, idiotas, simplesmente porque anda demasiado preocupado com as suas sensações e ideias para compreender as dos outros. Ela disse-me: não imaginas os gostos e os caprichos que ele tinha, e a maneira como ele falava de religião – devia ser uma coisa horrível. E, sabe, a minha amiga é, ou melhor, era, muito alegre, três vive, e tudo isso, mas começou a sentir que ficava velha e azeda quando o tinha ao seu lado. Porque ele nunca ficava muito tempo com ela, sabe – chegava à l’improviste e enterrava-se num pouf, com as mãos no castão da bengala, sem tirar as luvas – e ficava a olhá-la fixamente, com um ar soturno. Ela em breve começou a dar-se com um outro homem, que a idolatrava e era muito, oh, muito mais atencioso, simpático e prestável do que o homem que você erradamente julga ser o seu irmão (não se zangue, por favor), mas ela não gostava muito de nenhum e disse-me que era uma coisa de gritos ver como eles eram corteses um com o outro quando se encontravam. Ela gostava de viajar, mas sempre que encontrava um lugar realmente agradável, onde podia esquecer os seus problemas e tudo o mais, lá aparecia ele, vindo sabe-se lá de onde, e sentava-se na esplanada à mesa dela, e dizia-lhe que ela era fútil e reles, e que não podia viver sem ela. Ou então fazia um longo discurso diante dos amigos dela – sabe, des jeunes gens qui aiment à rigoler - um discurso longo e obscuro acerca da forma de um cinzeiro ou da cor do tempo – toda a gente acabava por o deixar sozinho a um canto, sorrindo tolamente para consigo ou contando as suas pulsações. Se realmente for ele o seu parente é uma pena, porque não me parece que ela tenha uma recordação particularmente agradável desse tempo. Para o fim ele tornou-se uma autêntica peste, diz a minha amiga, e ela já nem o deixava tocar-lhe, porque ele tinha uma espécie de ataques, ou lá o que era, quando se excitava. Finalmente, um dia em que ela soube que ele ia chegar no comboio da noite, pediu a um rapaz que faria tudo para lhe agradar que fosse ter com ele e lhe dissesse que ela não queria vê-lo nunca mais, e que se ele tentasse encontrar-se com ela, seria considerado pelos amigos que a acompanhavam como um estranho indesejável e tratado em conformidade. Não foi muito simpático da parte de Helene, acho eu, mas ela deve ter achado que seria melhor para ele, a longo prazo. E deu resultado. Ele nem sequer lhe mandou mais nenhuma das suas habituais cartas cheias de súplicas, que ela aliás nunca lia. Não, não, realmente, não me parece que possa ser ele o homem que lhe interessa – se lhe digo tudo isto é simplesmente para lhe dar um retrato de Helene – e não dos seus amantes. Ela era uma mulher tão cheia de vida, tão pronta a ser doce para toda a gente, tão transbordante dessa vitalité joyeuse qui est, d’ailleurs, tout à fait conforme à une philosophie innée, à un sens quasi-religieux de la vie, e o que é que ganhou com isso? Os homens de quem gostou desiludiram-na profundamente, todas as mulheres, com raríssimas excepções, acabaram por mostrar que lhe tinham rancor, e ela passou os melhores anos da sua vida a tentar ser feliz num mundo apostado em a destruir. Bom, mas você vai conhecê-la e ajuizará por si mesmo se o mundo conseguiu destruí-la ou não.»
(...) Infelizmente, já não me restavam quaisquer dúvidas, embora o retrato de Sebastian fosse atroz – mas também era verdade que me fora transmitido em segunda mão.
«Sim», disse eu, «tenho que a conhecer, custe o que custar. E isto por dois motivos. Em primeiro lugar, porque lhe quero fazer uma pergunta – uma pergunta só. E em segundo lugar...»
«Sim?», disse Madame Lecerf, sorvendo um pouco de chá frio. «Em segundo lugar?»
«Em segundo lugar, não consigo perceber como uma mulher assim pôde atrair o meu irmão; por isso quero vê-la com os meus próprios olhos.»


in A Verdadeira Vida de Sebastian Knight, de Vladimir Nabokov, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1990, tradução de Ana Luísa Faria, págs. 160-162.

sexta-feira, setembro 17, 2004

Deprimida. Tenho de voltar ao exercício físico, a única coisa que afasta sentimentos depressivos.

(A emissão segue dentro de momentos.)

[Ou não.]

domingo, julho 18, 2004

Entrada nº 1001
 
E ficamos por aqui.
 
[P E R M A N E N T   H I A T U S]
                                          E S C R I T A

Escrita: (Latim - scripta). Substantivo feminino. Representação de palavras ou ideias por meio de sinais. 2. Acto ou efeito de escrever. 3. Arte de escrever. 4. Exercício escolar de caligrafia. 5. Maneira pessoal de escrever. 6. Escrituração comercial. Acádica. Diz-se da cuneiforme na sua forma primitiva. Alfabética. A escrita alfabética é maiúscula e minúscula: a primeira é constituída por letras compreendidas entre duas linhas paralelas, e a segunda, composta de letras de altura diferente, compreendidas entre quatro linhas paralelas. Braille.Código universal de pontos em relevo, inventado por Louis Braille e empregue nas publicações para os invisuais. Baseia-se na “célula Braille”, que consta de um máximo de seis pontos e permite um total de sessenta e três caracteres, os quais correspondem às letras do alfabeto, aos números e aos sinais de pontuação. O sistema inclui símbolos e abreviaturas para várias palavras e expressões de uso frequente. Foi também adaptado para representar os símbolos químicos e matemáticos e a notação musical. Cuneiforme. A utilizada pelos escribas da antiga Mesopotâmia, baseada em caracteres em forma de cunha. Francesa ou Carolíngia. Atribui-se a sua origem à reforma caligráfica operada na escola palatina, estabelecida no palácio de Carlos Magno. Caracteriza-se pelos traços rectos, pela ausência quase total de ligação entre as letras e por um grande número de abreviaturas. Redonda. Aparece em documentos portugueses do séc. XV, caracterizando-se pela forma arredondada dos contornos e pela natureza regular e clara do seu traçado. É mais estreita e esguia que a francesa que lhe deu origem.
 
ESCRITA (primeira acepção). Constitui o passo mais importante e decisivo do Homem na sua transição da barbárie para a civilização. Trata-se de um avanço cultural recente. Embora alguns arqueólogos pretendam descobrir sinais de escrita entre os restos do Neolítico, concorda-se, geralmente, que as mostras mais antigas datam do quinto milénio a. C.
Evolução. Talvez os mais remotos antecedentes da escrita tenham de se buscar em artifícios usados pelo homem primitivo para recordar determinadas coisas. Sabe-se que muitos povos primitivos, de tempos mais recentes, recorreram a tais artifícios. Os cinturões de avelórios dos índios norte-americanos, as cordas nodosas dos índios peruanos, servem, entre outros, de exemplos eloquentes. O primeiro avanço sobre os processos mnemotécnicos acima referidos consistiu provavelmente na pictografia, que permitia transmitir mensagens por meio de uma série de imagens. Gradualmente, os contornos destas imagens foram sendo abreviados e estilizados, e muitos sinais adquiriram valor metafórico (o Sol, por exemplo, significaria “esplendor”) e os nomes de certas imagens foram sendo combinados para representar o som das palavras da linguagem falada. A esta fase de desenvolvimento linguístico correspondem as primitivas inscrições cuneiformes e os hieróglifos egípcios, em que se representam símbolos em vez de sons.
Práticas de escrita. Nas línguas semíticas escrevia-se da direita para a esquerda; nas indo-europeias, com algumas excepções, da esquerda para a direita. Isso devia-se a uma espécie de orientação cultural de tipo místico: os escribas semíticos colocavam-se de cara para o Sul e escreviam de Oeste para Este, ponto de onde provém a luz solar; os escribas sacerdotes das áreas setentrionais, que se colocavam de cara voltada para o Norte, iriam, na realização dos seus trabalhos, dispor os signos da esquerda para a direita, se quisessem encaminhá-los em direcção à origem da luz. Os Gregos primitivos escreviam da direita para a esquerda. Durante algum tempo os Gregos utilizaram um estilo denominado boustrophedon (forma como uma junta de bois muda de direcção ao arar), em que se escrevia uma linha da direita para a esquerda e a seguinte no sentido inverso. Grande parte da escrita chegada até nós aparece em forma de inscrições sobre a pedra ou metal. A escrita cuneiforme era gravada em tábuas de argila que, por cocção, se convertiam em ladrilhos. Os Egípcios escreveram com tinta sobre o papiro, que demonstrou ser um dos materiais de escrita mais duradoiros. Não obstante, a maioria dos antigos manuscritos está registada sobre pergaminho, pele de vitela, cabra ou ovelha. O papel, utilizado antigamente pelos Chineses e Japoneses, na Europa só se generalizou no séc. XVIII. Nas suas actividades correntes os Gregos e Romanos escreviam sobre pequenas tábuas de madeira, revestidas de cera, com a ajuda de estiletes de madeira, metal ou marfim.
Na índia antiga, bem como na Birmânia, Ceilão e Java, o material de escrita tradicional era a folha de palmeira, em que se gravava com um instrumento pontiagudo. A palavra inglesa book (livro) procede do anglo-saxão boc (faia) e alude ao costume de realizar as inscrições rúnicas em placas de faia.
Caligrafia. O instrumento utilizado na escrita supõe sempre um factor importante na formação dos caracteres. os sinais ideográficos chineses e os hieráticos egípcios, desenhados a pincel, são pesados e grossos. A pena de ave, de uso geral na Idade Média, produzia um risco fino e delgado. No grego primitivo usavam-se exclusivamente maiúsculas. As minúsculas utilizadas hoje terão sido introduzidas gradualmente pois nos manuscritos do séc. V ainda aparecem misturadas com as maiúsculas. Já no séc. IV d. C., os Romanos praticaram uma escrita corrida, em que se misturavam unciais ou maiúsculas e caracteres cursivos. No séc. IX aparecem as minúsculas carolíngias, com o que se conseguiu uma escrita miúda, que foi adoptada na Europa e se transformou na base dos estilos mais modernos da escrita.
Na Idade Média a escrita manual floresceu como arte menor, daí resultando que a clareza e a precisão viram-se frequentemente ameaçadas pela voga do estilo florido - ornamental, mas ilegível - utilizado nos manuscritos iluminados. O interesse pela boa letra declinara já na época de Shakespeare e durante centenas de anos os gentlemen ingleses mostraram desprezo pela escrita clara e legível por a considerarem própria de amanuenses incultos. O calígrafo norte-americano Platt Rogers Spencer (1800-64) criou um belo estilo de escrita que durante muito tempo foi popular nas escolas estado-unidenses. A esta escrita sucedeu nas escolas uma outra mais prática, lançada por Austin Norman Palmer (m. 1927). O advento e generalização da máquina de escrever retirou prestígio à caligrafia, que perdeu o carácter de exercício primordial nas escolas.
A crença de que os traços pessoais se reflectem na escrita deu origem ao estudo conhecido pelo nome de grafologia.
Escrita Cuneiforme. A escrita cuneiforme foi utilizada principalmente pelos Acádios e Sumérios e pelos povos submetidos à sua influência.
Origem. Segundo as teorias modernas, a escrita foi inventada pela primeira e talvez única vez no S. da Mesopotâmia, de onde passou ao Egipto e à Pérsia. As primeiras representações gráficas (encontradas ao nível Uruk IV) reduzem-se a simples placas com animais. Na Mesopotâmia o material mais à mão para escrever era a argila, sobre a qual se traçavam incisões com canas cortadas em secção triangular, que produziam a marca característica em cunha. Ora, essas incisões eram pouco aptas para reproduzir figuras e linhas curvas. Por isso os escribas abandonaram rapidamente o sistema pictográfico (já em desuso por volta de 2500 a. C.), embora as inscrições solenes em pedra continuassem a imitar durante algum tempo os antigos caracteres. Por outro lado, os signos foram sendo reduzidos até o seu número se estabilizar na casa dos seiscentos. Daqui passou-se a uma importante inovação intrínseca: a fonetizacão ou uso de signos representativos de umas palavras para expressar outras - inclusive abstractas - e até sílabas sem significado próprio, cuja fonética era idêntica ou similar. Assim, a palavra escrita passa de símbolo ideográfico a fonema. Os inventores desta inovação transcendente foram os Sumérios. Desde então até à invenção do alfabeto não houve avanços importantes. Por volta de 1000 a. C. os símbolos já eram apenas combinações de 3 elementos básicos.
Difusão. Alguns povos, como os Babilónios, Assírios, Hititas e certos grupos da Anatólia, aceitaram sem modificações o sistema cuneiforme. Outros receberam-no modificando-o, como os Ugaritas da Síria, que criaram um sistema mais simples, composto por vinte e nove signos, os Elamitas (Pérsia) e os Urarateanos da Arménia. Por volta de 1500 a. C. a escrita cuneiforme convertera-se na língua universal do Próximo Oriente e até mesmo no Egipto (Tell-el-Amarna) se encontra um arquivo cuneiforme.
Morte e redescoberta.. A escrita cuneiforme sobreviveu aos impérios sumério, assírio e babilónico. Foi a escrita culta empregue pelos sacerdotes, astrónomos e comerciantes. A sua utilização prolonga-se até ao séc. I da nossa era, mas logo depois a sua recordação desaparece totalmente. Os viajantes medievais que visitaram esta região não mencionam a sua escrita. Redescoberta na Pérsia no séc. XVII, é-lhe aplicada em 1700 pela primeira vez o nome de cuneiforme. Depois de um século de assiriologia decifraram-se dezenas de milhares de textos cuneiformes, mas os que permanecem por decifrar são muito mais numerosos. O rei Assurbanípal possuía em Nínive uma biblioteca com cópias cuneiformes de todas as eras e em bom recato permanecem intocadas inúmeras, à espera dos escavadores, no subsolo do Iraque [isto, com a guerra, será verdadeiro ainda?], Síria, Turquia e Irão.
Documentos cuneiformes. Os textos cuneiformes podem ser classificados em três categorias: os arquivísticos, referentes a contratos, cartas, decisões jurídicas, etc., que se preparavam em uma ou duas cópias e eram guardados em arquivos. Os monumentais, destinados à posteridade: eram gravados em cilindros de argila, em pedra ou em metais preciosos e eram colocados nas ruas, onde todos os pudessem ver, ou também no estuque dos grandes edifícios. Os canónicos, escritos em tabuinhas vulgares, mas copiados sem cessar pelos escritos, para uso das gerações: contêm mitos, lendas, salmos, encantamentos, dicionários, literatura divinatória, etc. Em conjunto esta tripla categoria de textos constitui um testemunho único e enorme da vida vulgar, da história, e do pensamento dos Sumérios, Acádios, Babilónios e Assírios, ao longo de 3000 anos.
 
ESCRITOR. (latim. scriptore-). s. m. Pessoa que escreve 2. Autor de obras literárias ou científicas.
 
 
in GRANDE ENCICLOPÉDIA UNIVERSAL, Volume 8, Durclub S. A., págs. 5045-5048.       
 

sábado, julho 10, 2004

:: Contactos de Editoras Portuguesas ::
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Ambar
Fundada em 1939 e, desde há décadas, a maior empresa nacional de papelaria, nasce, como editora, nos anos oitenta, tendo sido desde então reconhecida pela qualidade e inovação dos seus livros. Desenvolve, desde 1999, um catálogo generalista, de livro infanto-juvenil e para adultos (literatura e ensaio), onde se destaca a presença de inúmeros autores e ilustradores portugueses e também escritores estrangeiros, como Samuel Beckett, Nina Berbérova, Eugenio Montale, Jorge Semprun, Robert Musil, Stefan Zweig, André Gide, Régis Debray e Erri De Luca.

Morada: Rua Manuel Pinto Azevedo, 363 4100-321 Porto
Telefone: 226 151 445
Fax: 226 171 407
Email: paulo.monteiro@ambar.pt



Areal Editores, S. A.
Morada: Av. da Boavista, 1417 Loja 10 4100-131 Porto
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Fax: 22 998 95 83
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Arte Mágica Editores
Representada no Espaço das Pequenas Editoras



ASA Editores II, S. A.
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Morada: Av. da Boavista, nº 3265, Sala 4.1 4100-138 Porto
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Fax: 22 611 60 35
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Assembleia da República – Divisão Edições
A Assembleia da República dispõe de um espaço aberto ao público, a Livraria Parlamentar, a funcionar das 09.00 às 18.00h, cuja porta de entrada se situa na fachada principal do Palácio de S. Bento.
A Livraria Parlamentar tem como objectivo facilitar um melhor conhecimento sobre a Assembleia da República e o trabalho desenvolvido por este órgão de soberania. Na Livraria pode encontrar livros sobre a actividade parlamentar actual e histórica, bem como objectos evocativos da história parlamentar e do Palácio de S. Bento. Na sala anexa à Livraria pode visitar, durante o horário de funcionamento, exposições de pintura ou temáticas.

Ligação: http://www.parlamento.pt/
Morada: Av. D. Carlos I, 130, 5º 1200-651 Lisboa Portugal
Telefone: 21 391 71 59
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Assírio & Alvim
Ligação: http://http://www.assirio.pt/inicio.asp
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Telefone: 22 606 51 73
Fax: 22 606 51 73



Associação Internacional de Lusitanistas
Representada pela Lidel
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Ligação: http://uc.pt/ail
Morada: Campo Grande, 83 1749-081 Lisboa Faculdade de Letras 3049 Coimbra Codex
Telefone: 21 798 20 21; 239 859 980
Fax: 239 410 088
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AUDIL – Distribuição de Livros e Mat. Audiovisual
Morada: Rua Cidade de Cádiz, 14 – B 1500-157 Lisboa
Telefone: 21 726 58 59
Fax: 21 726 58 61
Email: audil@mail.telepac.pt



Avante
Morada: Av. Almirante Gago Coutinho, 121 1700-029 Lisboa
Telefone: 21 842 98 30
Fax: 21 842 98 49







Bertrand Editora, Lda.
Ligação: http://www.bertrand.pt
Morada: Rua Anchieta, 29 - 1º 1249-060 Lisboa
Telefone: 21 030 55 57
Fax: 21 030 55 63
Email: editora@bertrand.pt



Bizâncio, Lda.
Morada: Largo Luís Chaves, 11 - A 1600-487 Lisboa
Telefone: 21 755 02 28
Fax: 21 752 00 72
Email: bizancio@editorial-bizancio.pt







Caixotim
Morada: Rua dos Clérigos, 23 4050-205 Porto
Telefone: 22 339 08 31/2
Fax: 22 339 08 33
Email: edicoescaixotim@mail.telepac.pt



Câmara Municipal da Maia
Morada: Praça Dr. José Vieira de Carvalho 4470-202 Maia
Telefone: 22 940 86 43
Fax: 22 944 06 33
Email: biblioteca@cm-maia.pt



Câmara/Biblioteca Municipal do Porto
Ligação: http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=450
Morada: Rua D. João IV 4049-017 Porto
Telefone: 225 193 480
Fax: 225 193 488
Email: bpmp@cm-porto.pt



Caminho
Ligação: http://www.editorial-caminho.pt/site/default.htm
Morada: Av. Almirante Gago Coutinho, 121 1700-029 Lisboa
Telefone: 21 842 98 30
Fax: 21 842 98 49
Email: caminho@editorial-caminho.pt



Campo das Letras
Fundada há dez anos, tem-se afirmado no mercado editorial português como uma editora com intervenção regular no domínio da literatura, da poesia, da literatura infantil e juvenil e, de modo particular, na área de temas políticos e sociais da actualidade, do ensaio sobre problemas económicos e questões políticas internacionais. Nestes 10 anos, publicou cerca de 900 títulos, criou 64 colecções, onde se integram as obras de 352 autores portugueses – 42 dos quais publicaram o seu livro de estreia – e 180 autores estrangeiros. Dos títulos publicados, 144 situam-se na área da literatura, 119 na área da poesia e 64 no campo da actualidade política e social. Vinte e dois prémios foram obtidos por autores com livros editados pela Campo das Letras.


Ligação: http://www.campo-letras.pt
Morada: Rua D. Manuel II, 33 - 5º 4050-345 Porto
Telefone: 22 608 08 73
Fax: 22 608 08 80
Email: campo.letras@mail.telepac.pt



Centralivros, Edição e Distribuição, Lda.
Local: Stand C 5
Morada: Av. Marechal Gomes da Costa, 27 - 1º 1849-002 Lisboa
Telefone: 21 831 02 00
Fax: 21 831 02 01
Email: centralivros@centralivros.pt



CETOP
Morada: Estrada Lisboa-Sintra, Km 14 Apartado 7 2726-901 Mem Martins
Telefone: 21 916 32 22
Fax: 21 917 01 30
Email: cetop@europa-america.pt



Chaves Ferreira - Publicações, S. A.
Representada pela Dinalivro
Local: Stands H 2, H 4, H 6 e H 8
Morada: Rua D. Carlos de Mascarenhas 16 A Porta A 1070-083 Lisboa
Telefone: 21 384 46 28
Fax: 21 387 13 96
Email: chavesferreira@teleweb.pt



Círculo de Leitores
Ligação: http://www.circuloleitores.pt
Morada: Rua Professor Jorge da Silva Horta, 1 1500-499 Lisboa
Telefone: 21 762 60 60
Fax: 21 762 61 50
Email: sofia.realista@círculoleitores.pt



Civilização (Américo Fraga Lamares & Cª Lda.)
Morada: Rua Alberto Aires de Gouveia, 27 4050-023 Porto
Telefone: 22 605 09 00
Fax: 22 605 09 99



Civilização Promoções Editoriais, Lda.
Morada: Rua Alberto Aires de Gouveia, 27 4050-023 Porto
Telefone: 22 605 09 00
Fax: 22 605 09 99



Clássica Editora
Morada: Rua Vale Formoso, 37 1949-013 Lisboa
Telefone: 21 868 11 83
Fax: 21 868 50 12
Email: dinternal@dinternal.pt



Climepsi - Sociedade Médico-Psicológica, Lda.
Morada: Rua Pinheiro de Chagas, 38 - 1º esq. 1050-179 Lisboa
Telefone: 21 317 47 09
Fax: 21 352 85 04
Email: info@climepsi.pt



Coimbra Editora, Lda.
Ligação: http://www.coimbraeditora.pt
Morada: Rua do Arnado - Apartado 101 3001-951 Coimbra
Telefone: 239 852 650
Fax: 239 852 651
Email: sede@mail.coimbraeditora.pt



Cotovia
Ligação: http://www.livroscotovia.pt
Morada: Rua Nova da Trindade, 24 1200-303 Lisboa
Telefone: 21 347 04 47
Fax: 21 347 04 67
Email: livroscotovia@mail.telepac.pt



Crediverbo
Morada: Av. António Augusto Aguiar, 148 - 6º 1300-280 Lisboa
Telefone: 21 380 11 39
Fax: 21 380 11 12
Email: publicidade@editorialverbo.pt



CTT - Correios de Portugal
Foi com a edição do Portugal em Selos 1983 que os CTT Correios de Portugal iniciaram uma actividade editorial regular.
Dos mais de 80 títulos já publicados, mais de metade encontram-se esgotados. Este sucesso deve-se sobretudo à excelência dos autores seleccionados, ao esmero posto em cada edição, à riqueza e originalidade iconográficas, à mais-valia que representa, para cada livro, o conjunto de selos que contêm, sobre os temas em questão, e que constituem uma característica essencial e exclusiva.

Ligação: http://www.ctt.pt
Morada: Rua de S. José, 10 1167-001 Lisboa
Telefone: 800 273 273 (Número Verde)
Email: informação@ctt.pt





Destarte, Representações e Edição, Lda.
Ligação: http://www.destarte.pt
Morada: Rua de Santo António da Glória, 90 1250-218 Lisboa
Telefone: 21 324 29 60/1
Fax: 21 347 58 11
Email: destarte@vianw.pt



Difel 82 – Difusão Editorial, S. A.
Ligação: http://www.difel.pt (em construção)
Morada: Av. das Túlipas, 40 C 1495-159 Miraflores
Telefone: 21 412 35 10
Fax: 21 412 35 19
Email: difel@difel.pt



Dinalivro – Distribuidora Nacional de Livros, Lda.
A nível de mercado nacional, o catálogo do Grupo Dinalivro contém mais de 30 000 títulos, distribuídos por 14 editoras portuguesas, 117 brasileiras, 12 espanholas, 3 italianas, 2 alemãs e 20 francesas.
Apesar de as livrarias Centro Cultural Brasileiro, Ponto de Encontro (Monumental) e Ponto de Encontro (Saldanha Residence) terem uma forte componente de livros distribuídos e editados pelo Grupo Dinalivro, estão igualmente aptas a servir qualquer outro título publicado em Portugal ou no Estrangeiro.
O serviço de distribuição do Grupo abrange todo o continente, as ilhas e resto do mundo.
Solicite o serviço de informação gratuíto via e-mail e esteja sempre informado das novidades.
Morada: Rua João Ortigão Ramos, 17 - A 1500-362 Lisboa
Telefone: 21 712 22 10
Fax: 21 715 37 74
Email: comercial@dinalivro.pt



Dislivro
Ligação: http://www.dislivro.pt/ (em reconstrução)
Morada: Rua António Maria Cardoso, 27 1200-026 Lisboa
Telefone: 21 343 25 87
Fax: 21 343 13 29
Email: editora@dislivro.pt



Do Impensável, Lda. - Quasi Edições
Ligação: http://www.doimpensavel.pt/
Morada: Apartado 562 4764-901 Vila Nova de Famalicão
Telefone: 252 37 17 24
Fax: 252 37 51 64
Email: geral@doimpensavel.pt



Dom Quixote
Morada: Rua Cintura do Porto de Lisboa Urbanização da Matinha Lote A 2º C 1900-649 Lisboa
Telefone: 21 861 04 30
Fax: 21 861 04 56



Domingos Castro – Edições Técnicas Culturais, Lda.
Morada: Rua Matadouro - Lote 42 Zona Industrial 2000 Santarém
Telefone: 243 35 93 80
Fax: 243 35 93 89
Email: info@domingoscastro.com








ECL – Empresa de Comércio Livreiro
Morada: Rua D. Manuel II, 33 - 5º 4000 Porto
Telefone: 252 637 864
Fax: 252 637 123
Email: ecl@mail.telepac.pt



EDC - Crediverbo
Morada: Av. António Augusto Aguiar, 148 - 6º 1300-280 Lisboa
Telefone: 21 380 11 39
Fax: 21 380 11 12
Email: publicidade@editorialverbo.pt



Edições 70
No milhar e meio de obras publicadas ao longo das últimas três décadas, cuja parte mais importante constitui hoje o fundo de catálogo de Edições 70, é patente a opção pela edição de Cultura, no mais amplo sentido da palavra. É no campo das Ciências Humanas e Sociais que mais vincada se encontra a filosofia da nossa acção editorial: na realidade, do ensaio de teoria literária à historiografia, da investigação antropológica à divulgação do saber científico, da problemática actual na arquitectura e no urbanismo ao ensaio sobre arte, da música à filosofia até ao pensamento da antiguidade clássica, oferecemos ao público de Língua Portuguesa um vasto repositório de títulos de, grande rigor no seu tratamento, homogeneidade interdisciplinar e oportunidade temática.


Ligação: http://www.edicoes70.pt/edicoes70/
Morada: Rua Luciano Cordeiro, 123 - 2 esq. 1069-157 Lisboa
Telefone: 21 319 02 40
Fax: 21 319 02 49
Email: edi.70@mail.telepac.pt



Edições Afrontamento, Lda.
Morada: Rua Costa Cabral, 859 4200-225 Porto
Telefone: 22 507 42 20
Fax: 22 507 42 29
Email: editorial@edicoesafrontamento.pt



Edições Avante
Morada: Av. Almirante Gago Coutinho, 121 1700-029 Lisboa
Telefone: 21 842 98 30
Fax: 21 842 98 49



Edições Caixotim
Morada: Rua dos Clérigos, 23 4050-205 Porto
Telefone: 22 339 08 31/2
Fax: 22 339 08 33
Email: edicoescaixotim@mail.telepac.pt



Edições Gailivro, Lda.
Ligação: http://www.gailivro.pt
Morada: Rua Industrial de S. Caetano, 99 4405-191 Canelas Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 711 60 13
Fax: 22 712 29 74
Email: gailivro@gailivro.pt



Edições Nova Gaia, Lda.
Mais um ano com excelentes novidades. Os livros infantis mais divertidos,
com magníficas ilustrações e histórias encantadoras. Um destaque especial
para a nova colecção Coelhinho Branco, que os mais pequenos vão adorar.
Venha visitar-nos.


Morada: Rua Poça das Rãs, 109 Urbanização das Austrálias 4475-265 Maia
Telefone: 22 961 99 70
Fax: 22 960 03 51
Email: carlatavares@novagaia.pt



Edições Salesianas
Morada: Rua Dr. Alves da Veiga, 124 Apartado 5281 4022-001 Porto
Telefone: 22 536 57 50
Fax: 22 536 58 00
Email: edisal@mail.telepac.pt



Editora Ausência, Lda.
Morada: Rua de Belo Monte, 138 4430-029 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 716 24 83
Fax: 22 716 24 85
Email: ausencia@clix.pt



Editora McGraw-Hill de Portugal, Lda.
Fundada em 1888, The McGraw-Hill Companies dispõe de mais de 320 escritórios, em 34 países. Com 27 anos de existência em Portugal, entramos na maioridade após uma longa caminhada, solidificada com a ajuda indispensável de todos aqueles, professores, alunos, profissionais que com a McGraw-Hill enfrentaram o caminho.
As nossas alianças com parceiros líderes desgnadamente Microsoft Press, Oracle, Corel, Harvard Business School Press têm-nos ajudado a criar a melhor documentação e informação impressa. É nosso objectivo que com os nossos livros, encontre o material e as ferramentas que necessita para aprender e melhorar o seu trabalho. Continuamos a apostar em si que acredita no conhecimento como um meio privilegiado de valorização pessoal, académica e profissional no presente e no futuro.
Local: Stand G 3
Ligação: http://www.mcgraw-hill.es/portugal/index.html
Morada: Rua Barata Salgueiro, 51 A 1250-043 Lisboa
Telefone: 21 355 31 80
Fax: 21 355 31 89
Email: luis-guimaraes@mcgraw-hill.com



Editora Nova Guanabara, Lda.
Morada: Rua Eugénio de Castro Rodrigues, 7 - A 1700-183 Lisboa
Telefone: 21 840 56 66/7
Fax: 21 840 43 02
Email: guanabar@esoterica.pt



Editora Pergaminho, Lda.
Ligação: http://pergaminho.shopping.sapo.pt/shop/actpro.asp
Morada: Rua da Alegria, 486 Amoreira 2645-167 Alcabideche
Telefone: 21 464 61 10
Fax: 21 467 40 08
Email: pergaminho.mail@netcabo.pt



Editora Ulisseia
Fundada em 1948, é reconhecida unanimemente como uma das mais importantes editoras de ficção com uma vasta tradição na publicação de autores internacionais de destaque na literatura contemporânea do século XX.
Durante os últimos anos, apostámos fortemente na retoma desta tradição e mantendo a qualidade que sempre lhe foi reconhecida. Muitos têm sido os autores, uns editados pela primeira vez em Portugal, outros clássicos da literatura mundial, que temos vindo a lançar nas várias colecções de ficção que constituem a linha editoral da Ulisseia: Clássicos da Literatura Contemporânea, Horizontes Selvagens, Vício da Leitura, Afluentes da Memória e Alta Tensão.
Este ano há uma novidade: a novíssima colecção Europa – constituida por ensaios e documentos vários – sobre a história, os desafios e o futuro do projecto europeu.
Não deixe de nos visitar e entrar em contacto com muitos dos novos nomes da literatura internacional.

Morada: Av. António Augusto de Aguiar, 148 - 2º 1069 - 019 Lisboa
Telefone: 21 380 11 00
Fax: 21 386 53 97
Email: ulisseia@editorialvebo.pt



Editorial Bizâncio, Lda.
Morada: Largo Luís Chaves, 11 - A 1600-487 Lisboa
Telefone: 21 755 02 28
Fax: 21 752 00 72
Email: bizancio@editorial-bizancio.pt



Editorial Caminho
Ligação: http://www.editorial-caminho.pt/site/default.htm
Morada: Av. Almirante Gago Coutinho, 121 1700-029 Lisboa
Telefone: 21 842 98 30
Fax: 21 842 98 49
Email: caminho@editorial-caminho.pt



Editorial Estampa
Catálogo com cerca de 1200 títulos nas áreas temáticas de Infanto Juvenil, Arte, Transportes, Livros Práticos, Guias Turísticos, Ciências Sociais e Humanas, Saúde, Esoterismo, Literatura, Pedagogia.

Todos os nossos livros estão disponíveis nos stands da Feira do Livro.

Ligação: http://www.editorialestampa.pt
Morada: Rua Escola do Exército, 9 - r/c dto. 1169-090 Lisboa
Telefone: 21 355 56 63
Fax: 21 314 19 11
Email: estampa@mail.telepac.pt



Editorial Inquérito, Lda.
Ligação: http://www.europa-america.pt
Morada: Estrada Lisboa Sintra, Km 14 Apartado 33 2726-901 Mem Martins
Telefone: 21 917 00 96
Fax: 21 917 01 30
Email: inquerito@europa-america.pt



Editorial Notícias
Ligação: http://www.editorialnoticias.pt
Morada: Rua Padre Luís Aparício, 10 - 1º 1150-248 Lisboa
Telefone: 21 355 21 30
Fax: 21 355 21 68



Editorial Presença
A Editorial Presença destaca-se entre as principais editoras nacionais, com cerca de 150 novos títulos por ano, ocupando uma posição cimeira no mercado editorial.

O trabalho que tem vindo a desenvolver com parceiros internacionais, numa permanente concretização de projectos inovadores, inclui, no âmbito da ficção, obras que vão desde o romance em geral, à literatura policial e ao thriller. Na área da não-ficção, destaca-se o ensaio, as obras de orientação pedagógica e de apoio escolar, os dicionários e os guias práticos. A literatura infanto-juvenil, a ficção-científica e o fantástico são também fortes apostas.

Com mais de 2000 títulos disponíveis no seu diversificado catálogo, o objectivo último desta editora é despertar e fomentar o gosto pela leitura.
Ligação: http://www.editpresença.pt
Morada: Estrada das Palmeiras, 59 2745-578 Queluz de Baixo
Telefone: 21 434 70 00
Fax: 21 434 65 02
Email: comercial@editpresenca.pt



Editorial Teorema
Morada: Rua Padre Luís Aparício, 9 - 1º F 1100 Lisboa
Telefone: 21 312 91 31
Fax: 21 352 14 80
Email: mail@editorialteorema.pt



Editorial Verbo
Nascida em 1958, são já várias as gerações de portugueses que cresceram com este nome. Dos livros ilustrados para os que ainda não sabem ler até às mais completas enciclopédias, a Verbo continua a transmitir credibilidade e integridade a todos os seus leitores.
O Grupo Verbo vai marcar presença em mais esta edição da Feira do Livro do Porto com 4 pavilhões respectivamente, que o convidamos, desde já, a visitar!
Várias serão as sessões de autógrafos com os nossos autores, de entre as quais chamamos a sua especial atenção para a de Nuno Magalhães Guedes e a sua colecção juvenil “Objectivo Golo” e para o lançamento da trilogia “Primeiras Pedras” de Margarida Góis.

Ligação: http://www.editorialverbo.pt
Morada: Av. António Augusto de Aguiar, 148 - 2º 1069 - 019 Lisboa
Telefone: 21 380 11 00
Fax: 21 386 53 97
Email: marketing@editorialverbo.pt



Educação Nacional
Morada: Rua do Almada, 125 4050-037 Porto
Telefone: 22 200 53 51
Fax: 22 208 07 42



Europa-América
Ligação: http://www.europa-america.pt
Morada: Estrada Nacional 249 (Lisboa-Sintra), Km 14 2726-901 Mem Martins
Telefone: 21 926 77 00
Fax: 21 926 77 71
Email: secretariado@europa-america.pt










Figueirinhas, Lda.
Morada: Rua do Almada, 47 4050-036 Porto
Telefone: 22 332 53 00
Fax: 22 332 59 07
Email: correio@liv-figueirinhas.pt



FNAC Portugal
Ligação: http://www.fnac.pt/
Morada: Av. Severiano Falcão, 3 Prior Velho 2686-401 Sacavém
Telefone: 21 940 47 81
Fax: 21 940 47 89
Email: adelina.martins@fnac.pt










Gailivro
Ligação: http://www.gailivro.pt
Morada: Rua Industrial de S. Caetano, 99 4405-191 Canelas Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 711 60 13
Fax: 22 712 29 74
Email: gailivro@gailivro.pt



Girassol Edições
Morada: Estrada Nacional 249-4, Km Sintral Park nº 6 Albarraque 2635-047 Rio de Mouro
Telefone: 21 915 15 40/46
Fax: 21 915 15 48
Email: miguel@girassol-edicoes.pt



Gradiva Publicações, Lda.
A Gradiva é uma editora pioneira na divulgação científica em Portugal, tendo vindo a desempenhar desde há mais de duas décadas um papel de reconhecida importância na promoção da ciência e do espírito científico, através da publicação do trabalho de autores internacionalmente reconhecidos como Carl Sagan, Stephen Hawking, Hubert Reeves, Richard Dawkins ou Stephen Jay Gould. Dedica-se igualmente à edição de obras na área da filosofia, história, política e ciências sociais – quer para académicos, quer para o público em geral –, bem como cartoons (Calvin & Hobbes, Foxtrot, Zits, Adam) e ficção de qualidade (com autores como Ian McEwan, David Lodge, Kazuo Ishiguro, Frank Ronan, Michael Collins e DBC Pierre). É a editora das obras completas de António José Saraiva e de Eduardo Lourenço, dois dos maiores pensadores da cultura portuguesa.
Gradiva. Leia o melhor

Ligação: http://www.gradiva.pt
Morada: Rua Almeida e Sousa, 21 - r/c esq. 1399-041 Lisboa
Telefone: 21 397 40 67
Fax: 21 395 34 71
Email: gradiva@ip.pt



Guimarães Editores, Lda.
Ligação: http://www.guimaraes-ed.pt/
Morada: Rua da Misericórdia 68 1200-273 Lisboa
Telefone: 21 324 31 20
Fax: 21 324 31 29
Email: geral@guimaraes-ed.pt






Impala Editores, S. A.
Ligação: http://www.impala.pt
Morada: Edifício Grupo Impala Ranholas 2710-460 Sintra
Telefone: 21 923 81 16
Fax: 21 923 82 59
Email: jose.simao@impala.pt ; luisa.nobrega@impala.pt



Imprensa Nacional - Casa da Moeda, S. A.
A Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A. (INCM), é uma sociedade de capitais exclusivamente públicos, que tem, nos termos da lei, uma actividade muito diversificada, como a edição do Diário da República e do Diário da Assembleia da República, a produção de moeda metálica, e de papel-moeda, títulos da dívida pública e de valores selados, a autenticação dos artefactos de metais preciosos, a produção de documentos de segurança e a edição de obras de relevante interesse cultural.
A INCM, S.A., valoriza uma gestão orientada para a segurança, a qualidade e a inovação tecnológica, princípios estratégicos que coloca ao serviço da Administração Pública, das empresas e dos cidadãos.

Ligação: http://www.incm.pt
Morada: Av. António José de Almeida 1000-042 Lisboa
Telefone: 22 339 58 20
Fax: 22 339 58 23
Email: livraria.porto@incm.pt



Inquérito, Lda.
Ligação: http://www.europa-america.pt
Morada: Estrada Lisboa Sintra, Km 14 Apartado 33 2726-901 Mem Martins
Telefone: 21 917 00 96
Fax: 21 917 01 30
Email: inquerito@europa-america.pt



Instituto Piaget
O projecto editorial do Instituto Piaget foi criado para contribuir para a criatividade científica e cultural e uma maior difusão do saber. Tem raízes profundas no projecto pedagógico, cultural, social e ecológico da Instituição e assume-se hoje com um perfil próprio e um lugar de pleno direito no panorama editorial da língua portuguesa.
Com uma criatividade editorial intensa, este projecto versa os aspectos mais variados da cultura e da ciência.
São centenas de autores nacionais e estrangeiros que abordam um amplo conjunto de temáticas, com grande rigor e excelência.
Gerando saber, porque o torna mais acessível, a Divisão Editorial do Instituto Piaget está, em última análise, a investir num Portugal que se deseja de futuro, juntamente com todo o mundo de língua portuguesa.

Ligação: http://www.ipiageteditora.com
Morada: Delegação Norte Al. Jean Piaget, 100 Arcozelo 4405-111 Vila Nova de Gaia
Telefone: 22 753 63 10
Fax: 22 753 63 11
Email: livnorte@ipiageteditora.com










Lello Editores, Lda.
Morada: Rua Arquitecto Nicolau Nazoni, 31 –2º 4050-423 Porto
Telefone: 22 332 60 84/5
Fax: 22 332 60 86
Email: lello@lello.editores.com



Lidel – Edições Técnicas, Lda.
Somos editores e distribuidores de livros técnicos em diversas áreas como o Ensino de Línguas, Medicina, Enfermagem, Ciências da Saúde & Biológicas, Informática, Gestão & Fiscalidade, Hotelaria & Turismo, Geomática e Electrónica.
A nível editorial privilegiamos os autores nacionais.
Do nosso grupo fazem parte: a LIDEL – Edições Técnicas, a FCA – Editora de Informática e a ETEP – Edições Técnicas e Profissionais.
A nível da distribuição as editoras portuguesas que representamos são: a Formasau, a SAF, a CNS, a Brasport e a Universidade Eduardo Mondlane.

Ligação: http://www.lidel.pt
Morada: Rua D. Estefânia, 183 - r/c dto. 1049-057 Lisboa
Telefone: 21 351 14 48
Fax: 21 352 26 84
Email: venda.directa@lidel.pt



Livraria Almedina (Joaquim Machado, Lda.)
Ligação: http://www.almedina.net/
Morada: Arco de Almedina, 15 3004-509 Coimbra
Telefone: 239 851 907
Fax: 239 851 901
Email: editora@almedina.net



Livraria Civilização (Américo Fraga Lamares & Cª L
Morada: Rua Alberto Aires de Gouveia, 27 4050-023 Porto
Telefone: 22 605 09 00
Fax: 22 605 09 99



Livraria Clássica Editora
Morada: Rua Vale Formoso, 37 1949-013 Lisboa
Telefone: 21 868 11 83
Fax: 21 868 50 12
Email: dinternal@dinternal.pt



Livraria Editora Figueirinhas, Lda.
Morada: Rua do Almada, 47 4050-036 Porto
Telefone: 22 332 53 00
Fax: 22 332 59 07
Email: correio@liv-figueirinhas.pt



Livros Cotovia
Ligação: http://www.livroscotovia.pt
Morada: Rua Nova da Trindade, 24 1200-303 Lisboa
Telefone: 21 347 04 47
Fax: 21 347 04 67
Email: livroscotovia@mail.telepac.pt



Livros do Brasil
Ligação: http://www.livrosdobrasil.com
Morada: Rua de Ceuta, 80 4050-189 Porto
Telefone: 22 205 25 41
Fax: 22 208 60 20
Email: geral@livrosdobrasil.com



Livros Horizonte, Lda.
Morada: Rua das Chagas,17 - 1º dto. 1200-106 Lisboa
Telefone: 21 346 69 17
Fax: 21 315 92 59
Email: livroshorizonte@mail.telepac.pt



Lusodidacta
A LUSODIDACTA edita e distribui, desde 1978, publicações para Professores, Educadores e Famílias.
Desde 1990 a esta parte tem-se dedicado também à área da saúde, para a qual tem cerca de 90 títulos
publicados e que suprem as necessidades básicas de Estudantes e Profissionais de Saúde.
Escolhemos os melhores autores e os nossos tradutores, cuidadosamente seleccionados, têm alguns dos
seus trabalhos premiados pela União Latina.
Estamos ao dispôr dos n/s clientes, na Feira do Livro de Lisboa, stand nº. 124 e na Feira do Livro do
Porto, stands nº B 10 e J 7, prontos para o/a ajudar e servir.
Ligação: http://www.lusodidacta.pt
Morada: Rua Dário Cannas, 5 A 2670-427 Loures
Telefone: 21 983 98 40 / 22 508 80 48
Fax: 21 983 98 48 / 22 508 80 50
Email: lusodidacta@lusodidacta.pt






MARUS – Editores e Distribuidores de livros, Lda.
Morada: Centro Empresarial Sintra/Estoril VI Armazém “M” Est. Albarraque Linhó 2710-297 Sintra
Telefone: 21 923 92 20
Fax: 21 923 92 29
Email: marus@mail.telepac.pt



McGraw-Hill de Portugal, Lda.
Fundada em 1888, The McGraw-Hill Companies dispõe de mais de 320 escritórios, em 34 países. Com 27 anos de existência em Portugal, entramos na maioridade após uma longa caminhada, solidificada com a ajuda indispensável de todos aqueles, professores, alunos, profissionais que com a McGraw-Hill enfrentaram o caminho.
As nossas alianças com parceiros líderes desgnadamente Microsoft Press, Oracle, Corel, Harvard Business School Press têm-nos ajudado a criar a melhor documentação e informação impressa. É nosso objectivo que com os nossos livros, encontre o material e as ferramentas que necessita para aprender e melhorar o seu trabalho. Continuamos a apostar em si que acredita no conhecimento como um meio privilegiado de valorização pessoal, académica e profissional no presente e no futuro.
Ligação: http://www.mcgraw-hill.es/portugal/index.html
Morada: Rua Barata Salgueiro, 51 A 1250-043 Lisboa
Telefone: 21 355 31 80
Fax: 21 355 31 89



Mercado dos Livros
Morada: Rua da Glória, 60 r/c 1250-117 Lisboa
Telefone: 21 346 38 44
Fax: 21 346 38 44
Email: jjsobrinho@clix.pt



Meribérica - Liber Editores, Lda.
Ligação: http://www.meriberica.pt
Morada: Rua D. Filipa de Vilhena, 4 - 5º esq. 1000-135 Lisboa
Telefone: 21 310 53 00
Fax: 21 310 53 09
Email: bdesenhada@meriberica.pt



Mundicultura - Livros e Material Didáctico, Lda.
Morada: Beco das Lombas, Lote 8 – Rua 1º de Maio 2785-219 São Domingos de Rana
Telefone: 21 445 22 61
Fax: 21 445 22 61





Notícias
Ligação: http://www.editorialnoticias.pt
Morada: Rua Padre Luís Aparício, 10 - 1º 1150-248 Lisboa
Telefone: 21 355 21 30
Fax: 21 355 21 68



Nova Guanabara
Morada: Rua Eugénio de Castro Rodrigues, 7 - A 1700-183 Lisboa
Telefone: 21 840 56 66/7
Fax: 21 840 43 02
Email: guanabar@esoterica.pt



num Edições
Representada pela Dinalivro






Paulinas
Presente na Feira de Lisboa desde 1998, a Paulinas Editora é uma casa editorial ao serviço do Evangelho e dos seus valores para o homem do nosso tempo. O seu catálogo abrange diferentes temáticas – como a literatura para crianças, a psicologia, a família e a educação, a liturgia, a teologia, livros de orações e documentos oficiais da Igreja Católica, biografias, etc. – que pretendem ir ao encontro das necessidades e dos interesses de um público vasto.
Morada: Rua de Cedofeita, 355 4050-181 Porto
Telefone: 22 205 49 56
Fax: 22 332 08 31
Email: paulinaseditora@netcabo.pt



Paulus - Inst. Missionário Pia Soc. São Paulo
Morada: Estrada de São Paulo 2680-294 Apelação
Telefone: 21 947 24 14
Fax: 21 948 88 78



Pergaminho, Lda.
Ligação: http://pergaminho.shopping.sapo.pt/shop/actpro.asp
Morada: Rua da Alegria, 486 Amoreira 2645-167 Alcabideche
Telefone: 21 464 61 10
Fax: 21 467 40 08
Email: pergaminho.mail@netcabo.pt



Plátano Editora, S. A.
Iniciou a sua actividade em Março de 1972 com um catálogo de 30 edições escolares. Mais tarde, lançou livros nas áreas infantil, técnica e universitária; estabeleceu ligações e interesses noutras editoras e criou novas empresas. Foi várias vezes distinguida com o Prémio Prestígio BNU/IAPMEI pela sua capacidade de gestão e alto nível de competitividade. Actualmente, com um capital social de € 3.500.000,00, lidera o Grupo Editorial Plátano (4 empresas), tem um dos mais modernos parques de pré-impressão do país, um naipe de autores de grande prestígio, apresentando um catálogo de 740 títulos, dos quais 340 manuais escolares. A palavra de ordem é qualidade e rigor.

Ligação: http://www.platanoeditora.pt
Morada: Av. de Berna, 31 - 2º esq. 1069-054 Lisboa
Telefone: 21 797 92 78
Fax: 21 795 40 19
Email: platano.editora@webside.pt



Porto Editora, Lda.
Ligação: http://www.portoeditora.pt
Morada: Rua da Restauração, 365 4099-023 Porto
Telefone: 22 608 83 12
Fax: 22 608 83 13
Email: Depcomercial@portoeditora.pt



Porto Multimédia
Ligação: http://www.portoeditora.pt
Morada: Rua da Restauração, 365 4099-023 Porto
Telefone: 22 608 83 12
Fax: 22 608 83 13
Email: Depcomercial@portoeditora.pt



Prefácio – Edição de Livros e Revistas, Lda.
Morada: Rua Pinheiro Chagas, 19 - 1º 1050-174 Lisboa
Telefone: 21 315 09 49
Fax: 21 352 82 15
Email: Editoraprefacio@iol.pt



Presença
A Editorial Presença destaca-se entre as principais editoras nacionais, com cerca de 150 novos títulos por ano, ocupando uma posição cimeira no mercado editorial.

O trabalho que tem vindo a desenvolver com parceiros internacionais, numa permanente concretização de projectos inovadores, inclui, no âmbito da ficção, obras que vão desde o romance em geral, à literatura policial e ao thriller. Na área da não-ficção, destaca-se o ensaio, as obras de orientação pedagógica e de apoio escolar, os dicionários e os guias práticos. A literatura infanto-juvenil, a ficção-científica e o fantástico são também fortes apostas.

Com mais de 2000 títulos disponíveis no seu diversificado catálogo, o objectivo último desta editora é despertar e fomentar o gosto pela leitura.

Ligação: http://www.editpresença.pt
Morada: Estrada das Palmeiras, 59 2745-578 Queluz de Baixo
Telefone: 21 434 70 00
Fax: 21 434 65 02
Email: comercial@editpresenca.pt



Publicações Alfa, S. A.
Morada: Estrada Lisboa-Sintra, Km 14 Edifício CETOP 2725-377 Mem Martins
Telefone: 21 917 28 07
Fax: 21 917 01 30
Email: alfa_europa-america.pt



Publicações Dom Quixote
Morada: Rua Cintura do Porto de Lisboa Urbanização da Matinha Lote A 2º C 1900-649 Lisboa
Telefone: 21 861 04 30
Fax: 21 861 04 56



Publicações Europa-América, Lda.
Ligação: http://www.europa-america.pt
Morada: Estrada Nacional 249 (Lisboa-Sintra), Km 14 2726-901 Mem Martins
Telefone: 21 926 77 00
Fax: 21 926 77 71
Email: secretariado@europa-america.pt










Quarteto – Comércio de Livros e Arte, Lda.
Morada: Al. Calouste Gulbenkian, Lote 5, Loja 15 3004-503 Coimbra
Telefone: 239 481 222
Fax: 239 481 238
Email: editora@quarteto.pt



Quasi Edições
Ligação: http://www.doimpensavel.pt/quasi/
Morada: Apartado 562 4764-901 Vila Nova de Famalicão
Telefone: 252 37 17 24
Fax: 252 37 51 64
Email: geral@doimpensavel.pt



Quetzal (Bertrand Editora, Lda.)
Morada: Rua Anchieta, 29 - 1º 1249-060 Lisboa
Telefone: 21 030 55 57
Fax: 21 030 55 63










Relógio D’ Água Editores
Ligação: http://www.relogiodagua.pt
Morada: Rua Sylvio Rebelo, 15 1000-282 Lisboa
Telefone: 21 847 44 50 / 22 205 55 07
Fax: 21 847 07 75
Email: relogiodagua@relogiodagua.pt



Roma Editora
Morada: Av. de Roma, 129 r/c esq. 1700-346 Lisboa
Telefone: 21 797 53 79
Fax: 21 798 65 49
Email: geral@roma-editora.pt










Salesianas
Morada: Rua Dr. Alves da Veiga, 124 Apartado 5281 4022-001 Porto
Telefone: 22 536 57 50
Fax: 22 536 58 00
Email: edisal@mail.telepac.pt



Selecções do Reader’s Digest
Ligação: http://www.seleccoes.pt
Morada: Rua D. Francisco Manuel de Melo, 21 1092-001 Lisboa
Telefone: 21 381 00 37
Fax: 21 381 00 29



Sociedade Bíblica de Portugal
Ligação: http://www.sociedade-biblica.pt
Morada: Rua José Estevão, 4 - B 1150-202 Lisboa
Telefone: 21 354 55 34
Fax: 21 352 77 93
Email: info@sociedade-biblica.pt



Sodilivros, S. A.
Morada: Rua de Campolide, 183 – B 1070-029 Lisboa
Telefone: 21 381 56 00
Fax: 21 387 62 81
Email: comercial@sodilivros.pt






Teorema
Morada: Rua Padre Luís Aparício, 9 - 1º F 1100 Lisboa
Telefone: 21 312 91 31
Fax: 21 352 14 80
Email: mail@editorialteorema.pt / comercial@sodilivros.pt



Terenas Editores, Lda.
Morada: Rua Professor Reinaldo dos Santos, 54 - A 1500-508 Lisboa
Telefone: 21 778 98 75
Fax: 21 778 98 75
Email: terenas-editores@hotmail.com



Terramar - Editores Distribuidores Livreiros, Lda.
Ligação: http://www.terramar.pt
Morada: Av. António Augusto de Aguiar, 74 r/c esq. 1069-129 Lisboa
Telefone: 21 315 68 74 / 21 316 08 97
Fax: 21 314 22 48
Email: geral@terramar.pt



Texto Editora
Ligação: http://www.textoeditora.pt
Morada: Estrada de Paço de Arcos, 66 e 66-A 2735-336 Cacém
Telefone: 21 427 22 00
Fax: 21 427 22 42
Email: info@TE.pt










Universidade Fernando Pessoa
Da publicação do primeiro título, em 1987, à actualidade, desenvolveram-se as competências logísticas, técnicas e humanas que permitem, hoje, à Editora da Universidade Fernando Pessoa ser auto-suficiente na realização de trabalhos gráficos de qualidade e na execução duma política editorial, cujo primeiro escopo é tornar visível o trabalho pedagógico e científico da nossa comunidade universitária. Não limitamos, porém, a nossa actividade editorial ao estrito campo académico que temos vindo a complementar com publicações de outra índole, desde a poesia à ficção e ao ensaio de natureza cívico-cultural. A Editora da UFP é um instrumento privilegiado para o cumprimento dos objectivos de investigação, de cooperação e de extensão universitária que iremos, naturalmente, reforçar, como parte importante do projecto de qualidade e de accountability que a Universidade Fernando Pessoa tem vindo progressivamente a afirmar.
Morada: Praça 9 de Abril, 349 4249-004 Porto
Telefone: 22 507 13 00
Fax: 22 550 82 69
Email: edicoes@ufp.pt





Verbo Publicações Periódicas, Lda.
Ligação: http://www.editorialverbo.pt
Morada: Av. António Augusto de Aguiar, 148 - 2º 1069 - 019 Lisboa
Telefone: 21 380 11 00
Fax: 21 386 53 96
Email: marketing@editorialverbo.pt



Verdade e Luz – Ass. Divul., Editora e Distrib.
A actividade da "Verdade e Luz" insere-se na divulgação e distribuição de literatura espírita em Portugal. Do nosso catálogo constam cerca de 1.000 títulos, desde toda a obra de Allan Kardec (a chamada Codificação Espírita), aos clássicos - Léon Denis, Gabriel Delanne, etc., aos mais modernos Herculano Pires, Hermínio C. Miranda, Martins Peralva, Richard Simonetti, Marlene Nobre, Adenáuer Novaes, etc., e ainda a toda a obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, Yvonne A. Pereira, João Nunes Maia e Carlos A. Baccelli, para citarmos só os mais importantes.
Ligação: http://www.geb-portugal.org/livraria
Morada: Rua Marcos Portugal, 12 - A 1495-091 Algés
Telefone: 21 412 10 62
Fax: 21 412 33 38
Email: info@geb-portugal.org


(Fonte: Feira do Livro do Porto)