quinta-feira, novembro 02, 2006
Nano report
In other news:
"Nov 04, 2006 - Transiting Venus Conjunct Natal Ascendant
YOU'RE LOOKIN' GOOD
The time is right to purchase a house, buy a car, sign a contract or seal a great business deal. This happy-go-lucky transit should keep you laughing and grinning all the way to the bank. [Pois! Era bom, era!] You'll not only feel attractive, confident, loving and sexy, but your great mood will rub off on everyone you meet. If you go shopping, you'll probably find exactly what you need. You have the power to cajole anyone into doing just about anything you ask.[Ai sim?! Lembrar: contactar editoras!]"
quarta-feira, novembro 01, 2006
«Fátima Neves abortou dois meses depois de Lisete. Eram amigas. Tinham três anos de diferença. Tentou com a pastilha preta da caveira, o permanganato de potássio. Na arma da roleta calhou-lhe a si a câmara vazia, mas Fátima está convencida de outra justificação: “Eu cá quando introduzia não parava de andar, ela meteu-se na cama. Não se pode culpar ninguém de lhe ter dado as pastilhas. Só fazemos o que queremos. Só se culpa o medo que não nos deixa ir ao hospital. Ela foi lá tarde de mais.”
Fátima tem 43 anos, o cabelo escuro e a cara encardida pelos anos de vida mal vivida. Fala em catadupa, sem medo de contar que “alcançou” filhos e não os teve. Abortou. Sempre sozinha. “Tinha o Vítor, que hoje tem 29, quando alcancei. O bebé tinha nove meses, era solteira e tinha muito medo do meu pai. Introduzi 24 pastilhas de permanganato até a bolsa queimar. Estive muito mal.”
O verbo alcançar, que assume novo significado, é repetido até fazer do acto de contar um problema. Três meses depois do aborto alcançou, deixou nascer. Seis meses depois alcançou, abortou novamente, passou as passas, mas ficou em casa, a torcer-se. Dois anos e meio depois nasceu outro menino e em meio ano alcançou outra vez. Já tinha homem, um pescador que lhe batia, e abortou novamente com as pastilhas. Bebeu também chá de loureiro. Nessa altura, o medo dos médicos e da denúncia à Polícia esvaiu-se com o sangue que perdia. “A médica do hospital pedia-me para lhe dizer a verdade, que tinha abortado, neguei sempre. Que me deixassem morrer!” A médica mandou-a para casa e disse-lhe que afinal tinha um fibroma, que nunca tinha estado grávida. Mas estava. Ao fim de seis meses nasceu Raquel, a menina que aos 14 anos fez um aborto, quando Fátima estava detida por tráfico. Um dos filhos, menor de idade, guardava-lhe em casa droga. Fátima jura que foi para a cadeia para o proteger. “O que não faz uma mãe...” Mesmo que tivesse passado toda a idade fértil a lutar por não tê-los. Num dos abortos que fez, virou-se toda do avesso, saltou, até arrancar de si o que podia ser pegado ao colo.
Aquele filho de Fátima serve no bar da associação de moradores. Em hora de trabalho está encostada ao balcão do bar da associação de moradores, uma mulher que foi mãe pela primeira vez adolescente. Tem um filho de 17 anos, outra de 14. Fez três abortos, sempre com a clínica dos pobres, o Cytotec. Da última vez, em 2004, comprou uma lamela a uma conhecida com marido dependente daquele medicamento. “Ela fez-me um favor, mas como ninguém já faz favores fez-se pagar.” Cinco euros.»
(Fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=219188&p=22&idselect=19&idCanal=19)
Ontem...
Acho que a miúda, com uma alegria exuberante que me dava cabo dos nervos, era eu. Ou representava-me. Aliás, li algures que todas as personagens dos nossos sonhos representam partes de nós.
Olha que bom: também sonhei com um tipo com um machado que matava as namoradas (ou mulheres? Já mal me lembro).
/out
Nano
tou contenti :D
E numa hora e quarenta minutos! Fixolas.
Alphasmart rules. Mas desconfio que outra grande razão atrás da rapidez e quantidade é o facto de, meses antes, ter feito uma sinopse um pouco detalhada (bom, detalhada para mim). Teve uns meses de "molho" o que permitiu ao meu subconsciente avançar e trabalhar a história.
Parece que esta coisa de fazer uma sinopse como deve ser antes - não é nada mau pensado.
terça-feira, outubro 31, 2006
Novela
Mas olha que grande porra! Já ninguém sabe narrar histórias de amor decentes?! Atão a Sara é a protagonista e no fim ELA MORRE??? E O TIPO FICA COM OUTRA?!?!?!?!
Mas onde é que esta malta vai buscar estas tretas - ao Iraque? Ao Casal Ventoso? Qual é o sítio deprimente onde estes guionistas vão buscar estas coisas?
Ai ai. Bom, era só para dizer que Não Gostei Nada! E nem vou ver a porra do final.
segunda-feira, outubro 30, 2006
Trânsito
Success may finally be waiting at your doorstep, but not unless you're willing to sacrifice some fun and pleasure in your life. You may be keeping very long hours, but once your project is completed you can celebrate well with some of the money you're bound to earn. Don't ignore those closest to you while you're pursuing your cherished goals. Lasting personal and professional partnerships may begin to blossom during the course of this transit.
Trânsito previsto para 19 de Novembro.
Ai era bom era. Vamos lá a ver... :p
O ORIGINAL!
Afinal o freedomtocopy não morreu: reencarnou!
http://freedomtokeepcopyingfredomtocopy.blogspot.com
Desgraçados, ainda arranjam uma tendinite 0_o
Aposto que, mais dia menos dia, vão (vai?) deixar de ter pachorra para fazê-lo e os comentários vão congelar no tempo - o último post tem 5. Se passar dos 10 ficarei surpreendida.
Bem... pensar no almoço...
Equador : Miguel Sousa Tavares
Comentário que coloquei neste blog, que obviamente não pertence ao mesmo autor que primeiro o criou. Como há moderação deixo o meu comentário aqui, penso que não deverá ser aprovado:
"Eu nãããããããããããooo acredito!!!!!!!
Ainda por cima com moderação!!!!!!
Isto é muito triste :(
Podiam ter criado outro blog e não usar este endereço já sobejamente conhecido.
Ah - e é interessante que também seja ANÓNIMO.
Atão - não há coragem para mostrar a cara...?
Vááááááá láááááááá! :p"
Se tivessem colhões ou ovários mostravam o nome verdadeiro - cheira-me que, embora não tenha a certeza, a FONTE, seja o próprio MST, que tantou criticou o anonimato na net.
Se for... - não sei se será - isso leva-me a outra questão:
- será que agora ele se está a processar a si mesmo?! 0_0
Epá, expliquem-me. Assim devagarinho.
domingo, outubro 29, 2006
Plutão em Capricórnio
"Many of us fear further oppression and the growing of a police state. To the extent that we project our responsibility for crafting the fabric of our experience onto "the Government," the police state will arise to provide the discipline that we unconsciously desire. In many ways the police state is already with us with the War on Drugs, the War on Terror and the Class War all keeping us in constant fear and willingness to hand over our rights and accept monstrosities like the Patriot Act. Pluto in Capricorn could be about taking down this tower of lies, making our desires for peace and freedom real by the force of our actions, if we have the courage to act.
As resources dwindle we certainly won't be able to maintain the levels of consumption we've grown accustomed to in the industrialized nations. Like Rome bursting at the seams at the end of Pluto in Sagittarius in the 3rd century, we're seeing an unprecedented level of consumption in the industrialized nations threatening to destroy our entire biosphere as we welcome war and ignore such grave threats as global warming and pollution. In the time of Diocletian only a portion of the Earth was covered by the gluttonous beast of Empire; the Empire now covers the entire planet with every square inch mapped, zoned, and accounted for by the landlords/warlords who would like to squeeze every last drop of oil from the good green Earth.
After the transit of the centaurs Chiron and Nessus through Capricorn many of us are beginning to wake up to the fact that business as usual is killing us. "The Environment" is already establishing itself in our awareness with hurricanes, earthquakes and weird weather planet-wide. Some of us are getting the message now with Pluto in Sagittarius; Capricorn will be the time to establish our inspirations, to make them real or die trying."
Astrologia é super-interessante :)
freedomtocopy... out?
In other unrelated news: hoje tive um sonho wierd e penso que se relaciona com outro de há dias.
Nesse primeiro sonho sonhei com o limoeiro. Tinha sido aparado. E ele bem precisa. Tive pena (no sonho) porque assim tinha menos limões (por uns tempos), mas reconheci que precisava de ser aparado (de maneira a crescer como deve ser, para cima e não para os lados - como agora);
no sonho de ontem à noite sonhei com a minha perna esquerda. Tinha uma ferida no pé. Apenas um corte e nem muito profundo. Rapidamente piorou e fiquei sem pé e a parte do coto estava a ficar "cozida" (como se fosse carne). 0_o E nada disto me doeu nem me fez ficar ansiosa. Eu olhava aquilo, enquanto esperava que me levassem ao hospital ou chamassem a ambulância, com... curiosidade 0_0
Tipo... como é que se anda só com um pé?
Que porra é que isto quer dizer? A need to slow down? Ou, tipo, "vais ter de andar devagarinho durante uns tempos". Ou: não vai haver muito progresso durante uns tempos.
Bom, não sei.
/out
sábado, outubro 28, 2006
No Call-Center
No Call-center, 4ª-feira, 25 Outubro
Os fones por costume são revestidos de espuma, hábito que nem todos os call-centers onde trabalhei tinham. Num obrigavam a pagar a esponjinha: 1,5 euros. Nunca paguei.
Hoje pela 1ª vez encontrei os meus fones sem elas. Fui a outro posto e resolvi a situação. Hoje o meu colega abifou-me o meu posto preferido. Tinha na ideia de que, por estar mais ou menos encoberto, podia comer à vontade. A supervisora já o desenganou. Amanhã recupero-o, adivinho.
São 18h23 e o sistema está em baixo. Olarilólelas!
Fui à biblioteca de Loures e requisitei alguns livros. Espero ter tempo para lê-los a todos (e ainda não recebi). Mal receba vou naturalmente render-me à excentricidade banal de ir jantar a um restaurante caro e selecto (not).
Vários colegas meus não aparecem há dias. Rotatividade, a palavra de ordem nos call-centers. Termo eufemístico que designa o facto de ninguém se aguentar nestas coisas mais que um mês.
E que não me mandem ao intervalo agora, nem pensem!
Há montes de tempo que não escrevo para o blog. Ando a fazer umas cartas de apresentação todas maradas para enviar a possíveis empregadores. Já me estou a lixar para o ridículo (grande e pequeno, o português teme mais o pequeno). O estômago, meus lindos, tem mais força que o Sentido de Ridículo (sub variante lusa). Deus, como odeio call-centers... Cada vez que penso que em Espanha receberia 3 vezes mais...! Fico. Piursa. O bom neste é que a hora certa não significa exactamente a hora certa...
Quem estuda não pode trabalhar num sítio destes a não ser que trabalhe para o chumbo.
E os que trabalham 8h por dia E ainda vêm para isto? Como aguentam? (Eu comigo seria só a dose cavalar de barbitúricos e anti depressivos.) Jesus, eu rebentava. Chego à segunda-feira a contar os dias para o fim-de-semana. Triste. Se calhar ainda emigro para Espanha, ah, ah, ah!
Hoje também a minha editora (Saída de Emergência) deu-me conta dos livros do Sr. Bentley vendidos de Janeiro até agora. Poucos 0_o A MJ tentou animar-me dizendo que quem lê adora, mas... não sei se é a minha veia materialista, isso para mim não é o bastante. Quero ser um sucesso à escala planetária :p Quero o Sr. Bentley a fazer patifarias em grego, russo, japonês, francês, alemão, mandarim, inglês e klingon.
Pensava que os exemplares vendidos tivessem sido mais, mas... Com caraças, tenho de escrever uma Bomba! (Salvo seja.) Fixe: 18h33. No Bes, na Expo, também não eram raras as alturas em que o sistema ia abaixo, hehe. Aproveita-se para se ser criativo!
Mantra quotidiano: ArranjarOutraCoisa, ArranjarOutraCoisa.
OOOOOMMMMMM. /zen mode
*
Não tenho andado a ver as notícias. A Coreia do Sul ainda está no mesmo sítio? E a do Norte, radiation free? Estão prestes a sair do Iraque ou a quota dos caixões (de ambos os lados) não foi ainda preenchida? Ah, pois, os objectivos. Porventura há gratificação por atingi-los. Quando saírem do Iraque não vai ser bonito? Toda a malta remanescente a matar toda a malta remanescente (os que não se podem pirar). Eu acho a religião muito bonita. Sagrada. Por isso não lhe toco. Deixá-la às sumidades que se têm de entreter com algo. (Ai, porra, dói-me as costas.)
(Amanhã já é Quiiiinta e depois Seeeextaaa. Eu não digo? Triste :/ )
E o povo português, tudo na mesma...? Ainda há croissants em stock, deduzo.
E nem se pode navegar! Via os mails, o blog, as mensagens nos fóruns.
18h43!! Deus: embora não acredite inteiramente em ti, agradeço-te a generosidade (mas sei bem que se deve a estratégia de marketing: oferecer uma “prenda” para angariar “cliente” assíduo. Mas assim não me apanhas. Vê lá é se melhoras o serviço). Às vezes peço: por favor, hoje uma hora sem fazer nada! O Gajo ouviu. Obrigada! Mas não me ponhas a bulir em duplicado amanhã, ok? >:(
Amanhã: hospital, consulta, olhos. O problema anda controlado, desde que ponha na vista o líquido todos os dias. Dantes não tinha este problema, simplesmente apareceu vindo de nenhures. E o raio das costas. Começo a perceber esta coisa de “ser velho”, de caminhar para “velho”. E eu a pensar que era uma lenda urbana.
Bem, vou acabar de ler o livro que trouxe. (18h48)
Fim: 19h23. Foi curta a festa.
Quinta-Feira, 26 Outubro
Levantei-me às 6h. Li. Bebi chá. Tomei banho, arranjei-me e ala para o Hospital de São José. Cheguei cerca das 9h06 e fui atendida ao balcão às 9h35. Agora são 10h, li mais um bocado e espero que me chamem. A consulta era às 9h. ´Tá bem. Noutro país qualquer 9h significa 9 e significa consulta mesmo e não os prelúdios para a consulta.
O gozo que me dá no guichet, quando me pedem 4 euros e tal pela consulta (os preliminares da dita), dizer:
- Sou dadora de sangue - e mostro o papelito. Tenho de andar com o raio do papelito de um lado para o outro. Podia confessar que sou apenas dadora de sangue só para não pagar as putas das taxas moderadoras - mas não seria inteiramente verdade. Desde os 18 anos que ando com a pancada de dar sangue, embora só tenha começado mais tarde. É uma coisa simples e prática de fazer para ajudar os outros. Não é preciso ir para o sub continente indiano ajudar criancinhas pobres.
A sala de espera tem mais cadeiras vazias. O quadro pisca os números e apita na mudança. Os doentes esperam em pé ou sentados com os olhos postos no visor dos números e de cara fechada. Uma pessoa só de estar cá à seca ainda fica mais doente.
- Pi-pi - senha 190, balcão 2.
“Consulta de otorrino, 1º andar.”
- Puuu.
“Dona Julieta N., sala 32, 1º andar.”
Malta na maioria de meia-idade, a esperar com enfado, encasacada, a segurar chapéus-de-chuva. Não há quem leia um livro. Conversam com ligeiro tédio e queixam-se. Nem fazem malha ou crochet.
Bom, já estão a chamar para a oftalmologia há algum tempo, mais um pouco e devo ouvir o meu nome.
27 Outubro
Ontem o meu pai:
- Estou a ouvir uma entrevista do António Lobo Antunes. Ele não é maluco?!
- Bom, quer dizer, acho que não. Sei que é médico psiquiatra.
- A mim parece-me maluco!
Lol.
Ah, hoje recebi “O Escritor” nº 21 da Associação Portuguesa de Escritores. Até me sinto culpada porque já não pago as quotas há uma data de tempo (ok: anos). Parece ter textos interessantes.
Bom, ganhar coragem para ir ganhar o suado tostão :/
(Na próxima encarnação vou ser rica como o caneco - ou ter uma imensa horta fértil onde cultivar.)
*
Novamente festa! Primeiro uma osga desencaminhada causou por cá certa comoção. As meninas a comportarem-se como meninas (gritinhos, puxar de cadeiras, afastamento do posto), chamando os homens para resolver o assunto. Um colega de barba rija, após várias tentativas falhadas, apanhou a diminuta (Meu Deus, que Monstro!) osga e transportou-a novamente à sua condição de info-excluída, ao exterior do edifício.
Depois o sistema foi abaixo. Ó. Que. GRANDE. Pena a minha.
São 18h47 e ainda não retornou ao normal. Alguns colegas, porém, estão a fazer outra campanha. Menos a je :p
Acho que sou capaz de ficar neste emprego mais tempo, com estas folgas todas...
(Já sei o que é que os economistas e políticos da treta estão a pensar: - Ah, meu Deus, assim a Pátria Não Avança!
E a minha resposta: - Talvez avançasse mais se me Pagassem Como Deve Ser!
Adiante.)
Ainda não me sai da testa a ideia que tudo não passa de uma elaborada campanha de marketing do Gajo lá de Cima, com o intuito de me angariar – e manter-me - como cliente. É que Não Me Apanhas, ó Barbichas! É preciso mais do que isto para me levar ao rebanho novamente.
10 para as 19h. Aproveitei e li parte d’ “A Epopeia de Mr. Skullion” de Tom Sharpe (título original: Porterhouse Blue). Vou a meio. Há uma cena hilariante. Mete preservativos cheios de gás, uma chaminé e uma fria noite de neve – e um gajo estupidamente embriagado com uma pancada pela criada de quarto, a porcina Mrs. Biggs, que se tenta livrar dos 250 preservativos cheios gás pela chaminé acima.
Recomendo a obra.
*
Só falta uma hora para o fim-de-semana.
[Eu não digo: triste :/ ]
O único “trabalho” onde me sinto razoavelmente satisfeita é o da escrita. As horas passam, a escrever à mão, a passar a limpo a computador, a imprimir, a corrigir e novamente a imprimir. Passam sem que eu dê por elas. Olho o relógio e penso: já? E ainda tenho de fazer compras e arrumações e pôr a máquina a lavar e passar a ferro. E alimentar a periquita (assassina do próprio marido, periquito branco lindo, mas isso já lá vai e eu quase a perdoei).
28 de Outubro
Senhores jornalistas, para quando uma Reportagem de Fundo sobre as condições de trabalho - e salários - nos call-centers? E já agora comparando com os do estrangeiro.
/Dunya out